domingo, maio 28, 2006

CÃO DE BRIGA

cinemacomrapadura.com.brOk, a premissa é completamente bizarra, mas não é que CÃO DE BRIGA funciona muito bem e o diretor LOUIS LETERRIER (CARGA EXPLOSIVA) amarra todas as pontas direitinho!
Os momentos de pancadaria são bem coreografados e JET LI (ROMEU TEM QUE MORRER) é péssimo nos momentos dramáticos, mas deixa claro a habilidade nas artes marciais.

Talvez, a obra tenha ganhado ainda mais valor pois os talentosíssimos MORGAN FREEMAN (MENINA DE OURO) e BOB HOSKINS (CÍRCULO DE FOGO) dão seriedade e sagacidade quando necessário.

Desde jovem, Danny foi criado como um cão e aprendeu a lutar, mas acabou escapando de seu ‘dono’ após um acidente de carro.
Agora, estão à caça dele, pois há um meio para que toda sua fúria seja libertada e os chefões não querem que ninguém descubra.

Agora, você caro leitor, deve estar pensando: “mas que loucura é essa, como pode ser bom um roteiro desses ?”, tudo isso pela sincronização e entrega dos envolvidos, pois HOSKINS é caricato e exagerado, FREEMAN um ceguinho 'gente boa' e LI o acrobata.
Ação que respeita a inteligência do espectador, e atualmente para mim, isso já é o suficiente!

NOTA: 7,5
ORÇAMENTO: 45 Milhões de Dólares

quarta-feira, maio 24, 2006

VÔO NOTURNO

Depois de me arrepender amargamente por ir ao cinema e pagar para assistir toda besteira de AMALDIÇOADOS, WES CRAVEN voltou com outra tentativa no mesmo gênero. Porém o diretor não consegue desvencilhar-se dos paranóicos clichês que ele mesmo reinventou em PÂNICO.

O roteiro de VÔO NOTURNO, se passa dentro de um avião, onde duas pessoas se conhecem e uma delas começa um jogo perturbador. CILLIAN MURPHY (BATMAN BEGINS) diz ter sequestrado o pai de RACHEL MCADAMS (PENETRAS BONS DE BICO), então a jovem terá que ajudá-lo a finalizar seus planos.

Se compararmos VÔO NOTURNO com PÂNICO perceberemos algumas igualdades, como por exemplo: 1º) o assassino mexe com o psicológico da vítima, para perturbá-la;
2º) a protagonista é mulher;
3º) na hora do desespero vale jogar cadeiras, extintores, sem contar os inúmeros tombos tanto da vítima quanto do assassino;
4º) o final feliz e uma piadinha banal pouco antes dos créditos subirem.

Talvez a única diferença visível é a falta daquela máscara, normalmente usada pelo "cara do mal". Porém há coisas positivas, como: num espaço fechado o diretor prende o espectador com ângulos interessantes e os atores, neste jogo de gato e rato mostram ter talento, usando muito bem seu carisma.
Para os fãs é uma boa pedida, para o resto da 'galera', mais um filme que, depois de cinco minutos, será completamente deletado do seu cérebro.

NOTA: 5,0
ORÇAMENTO: 25 Milhões de Dólares

MADAGASCAR

adorocinema.comApós a Pixar entrar definitivamente no mercado das animações e ganhar a liderança do público e da crítica mundial com TOY STORY, MONSTROS SA e etc., coube às outras produtoras correrem atrás do prejuízo e suarem um bocado para recuperarem o espaço perdido.

Desde o primeiro momento, percebemos que MADAGASCAR vem para agradar, quase que exclusivamente ao público infantil, pois tem lições de moral rasas e usadas tantas vezes anteriormente, com os bichos em situações por vezes previsíveis e um roteiro oscilante ao extremo. Mas uma ou outra tirada, nos faz abrir um sorriso satisfeito e por isso, a película não é total perda de tempo.

Alex, um leão, que é a atração principal do zoológico, foge para conhecer outros lugares e, com isso, seus amigos (a zebra Marty, a girafa Melman e o hipopótomo Glória) vão atrás para buscá-lo.
Depois de criarem um tumulto generalizado no centro da cidade, um grupo de defensores dos direitos dos animais, decide ‘despachá-los’ para a África, mas um acidente no caminho, os faz perder a direção e acabam parando na ilha que dá nome ao filme.

O estilo bem cartunesco agrada demais, o tratamento em relação a trilha sonora, modelagem dos personagens e do ambiente que o cercam, estão ótimos, mas faltou uma pitada de novidade. Longe de mim, menosprezar tal trabalho, mas, depois da Pixar, inovar esse gênero ficou imensamente difícil, cruel e injusto.

NOTA: 6,0
ORÇAMENTO: --

domingo, maio 21, 2006

O EXORCISTA

cineplayersMoldar um filme de terror, que não caia nas pastelices costumeiras, sempre foi uma missão quase impossível para os profissionais do meio cinematográfico.
Talvez antigamente, eles tivessem menos medo de errar e, por isso, obras primas como O BEBÊ DE ROSEMARY, PSICOSE, A PROFECIA e outros, tenham se dado tão bem.

Outro exemplo clássico é O EXORCISTA, que é, sem sombra de dúvida, o ápice do gênero, um típico produto que vai além e fica ‘martelando’ em nossas mentes, mesmo depois dos créditos finais subirem.
Há dezenas de momentos antológicos nesta película - a garota girando a cabeça, a cena da 'masturbação com o crucifixo, a cama balançando freneticamente, para citar alguman -, dirigida com maestria por WILLIAN FRIEDKLIN (OPERAÇÃO FRANÇA) e nada é gratuito.

Se não fosse bem conduzido, o roteiro seria mais do mesmo, porém todo clima e tensão construídos ali, ainda nos fazem gelar a espinha e a cada olhar hipnótico da garotinha Regan, quando está possuída, parece entrar dentro de nossa alma e mexer com nossos sentidos.

No início, vemos um padre no Iraque, desenterrando algo no meio da areia. Nos Estados Unidos, uma atriz percebe mudanças no comportamento da filha. Diversos exames são feitos, mas os diagnósticos nunca são precisos.
Numa noite, a cama de Regan começa balançar sozinha e outros móveis saem do lugar... daí a descobrirem a inevitável possessão é questão de minutos e um padre é chamado e aceita fazer o exorcismo da menina.

Muito além dos exemplares atuais – onde é mostrado mais sangue do que terror, propriamente dito – LINDA BLAIR, FRIEDKLIN e companhia protagonizam um clássico perfeito, uma obra prima corajosa, um filme para se ver e rever!

NOTA: 10,0
ORÇAMENTO: 8,5 Milhões de Dólares

EU, ROBO

www.daniel-xavier.comWILL SMITH (MIB – HOMENS DE PRETO) é o grande Midas do entretenimento na atualidade. Todos os seus trabalhos são sinônimo de sucesso absoluto, de bilheterias gigantescas e de atuações, no mínimo convincentes.
Já, ALEX PROYAS é um diretor semi-desconhecido, que tem no currículo o simpático O CORVO. Os dois juntaram-se e estão à frente da ficção científica EU, ROBÔ.

A ambientação lembra um pouco MINORITY REPORT, mas as semelhanças param por aí. A junção entre computação gráfica e seres reais é perfeita e o roteiro redondíssimo de AKIVA GOLDSMAN (inspirado no livro de mesmo nome, escrito pelo Deus da ficção científica, ISAAC ASIMOV), pode ser um pouco exagerado em certos momentos, mas os acertos extrapolam estes pequenos deslizes.

Com certas ‘licenças’ em relação à obra original, a história se passa num futuro não muito distante, onde somos dependentes dos robôs para tudo.
Uma nova geração destes humanóides é criado, porém algo acontece e Spooner se vê envolvido numa trama de conspiração, onde as máquinas querem exercer a superioridade sobre nós.

Os temas levantados são interessantes e mesclando isso, com o carisma de SMITH, fica difícil não sair da sessão com um sorriso satisfeito.
Outro ponto a se destacar é a genialidade na personificação de Sonny. É de blockbusters assim que precisamos daqui para frente!

NOTA: 9,0
ORÇAMENTO: 105 Milhões de Dólares

quarta-feira, maio 17, 2006

TERRA DOS MORTOS

Temos que respeitar e reverenciar GEORGE ROMERO, pois foi este senhor, que praticamente criou toda a mitologia dos zumbis que conhecemos hoje.
Assim como em sua trilogia mais famosa A NOITE DOS MORTOS VIVOS, O DESPERTAR DOS MORTOS e O DIA DOS MORTOS, ele traz em TERRA DOS MORTOS, uma crítica social bem bolada e dinâmica.

A maquiagem dos monstros está perfeita, assim como a violência esteticamente interessante, - isso acaba deixando ROMERO ‘brincar’ da maneira mais livre possível.
Os astros do calibre de DENIS HOOPER (SEM DESTINO) e JOHN LEGUIZAMO (O PESTE), são presas interessantes para os mortos-vivos e a cada mordida vista, eu vibrava, pois não é todo dia que vemos um mestre em ação.

Poucos humanos restaram na face da Terra, pois os zumbis tomaram conta de assalto e hoje, os sobreviventes vivem num local cercado, tendo suas próprias leis e sendo divididos por ‘classe econômica’.
Vendo a evolução constante dos zumbis, alguns lixeiros decidem lutar contra esse horda de seres abissais.

TERRA DOS MORTOS é a ressurreição de um gênero que estava praticamente morto e enterrado, mas que volta em grande estilo... para os fãs, um prato cheio!

NOTA: 7,0
ORÇAMENTO: 18 Milhões de Dólares

CHAVE MESTRA

A CHAVE MESTRA serve de exemplo para tantos outros 'modelos' de suspenses atuais, que tem bons ingredientes para um belo filme, mas sempre acaba faltando algo. Pois vejamos: o clima é tenso, há personagens interessantes e uma mulher como protagonista.

O maior pecado do diretor IAIN SOFTLEY é não conseguir posicionar-se entre drama, terror ou suspense tornando sua obra por muitas vezes entediante.

KATE HUDSON (COMO PERDER UM HOMEM EM 10 DIAS) empresta sua beleza à personagem principal, só que nem seu esforço ajuda e o roteiro abre várias lacunas que não se fecham completamente ao final.

Os flashbacks confundem ainda mais a cabeça do espectador. Se estiver atrás de suspense com "S maiúsculo", talvez terá uma grande decepção, pois A CHAVE MESTRA cria todo clima para o medo e, no decorrer dos minutos, infelizmente tudo se perde na maré das boas intenções.

Provavelmente seremos obrigados a continuar assistindo O CHAMADO, se quisermos produções atuais do gênero com qualidade, já que exemplos ruins nós temos de sobra, como O CHAMADO 2, VISÕES, OS ESQUECIDOS, etc, etc, etc.
Percebemos desde o início o "tiro no escuro" de SOFTLEY, este provavelmente tentou mexer com o psicológico dos espectadores e acabou pecando nesta escolha.

NOTA: 4,5
ORÇAMENTO: 43 Milhões de Dólares

domingo, maio 14, 2006

+ VELOZES + FURIOSOS

maaaaarcus.files.wordpress.comEra uma questão de tempo para que VELOZES E FURIOSOS ganhasse uma continuação. E eis que o segundo episódio surge, sem Vin Diesel, sem grande parte da química vista anteriormente e sem lógica nenhuma.
JOHN SINGLETON (OS DONOS DA RUA) é um diretor fraco e, em suas mãos até as seqüências de ação são arruinadas.

Os carrões estão lá, desde os segundos iniciais, mas sem um roteiro competente (a dupla de roteiristas, MICHAEL BRANDT e DEREK HAAS, é péssima), + VELOZES + FURIOSOS, torna-se pretensioso demais, e os protagonistas também colocam a película na ‘beira do abismo’, pois PAUL WALKER (RESGATE ABAIXO DE ZERO) e TYRESE, não tem um mínimo de talento.

Brian O'Conner se aventurará novamente e tentará infiltrar-se no sub-mundo de Carter Verone, um famoso contrabandista.
Terá a ajuda do amigo Roman Pearce e da agente Mônica Fuentes (EVA MENDES em modelitos deliciosos), que leva um relacionamento falso com o bandido.

Muita correria, muito nitro, muitas mulheres e pouca inteligência, fazem deste, um exemplo claro de como ganhar dinheiro fácil, às custas de uma franquia de sucesso.
Arrecadou muito bem nas bilheterias, e tem um 3º ‘capítulo’ engatilhado... agora, só nos resta esperar!

NOTA: 3,0
ORÇAMENTO: 76 Milhões de Dólares

quarta-feira, maio 10, 2006

O CHAMADO 2

itapevacity.com.brNeste mundo cinematográfico, os produtores realmente pensam com os bolsos e não com a cabeça, só assim para explicar uma continuação de O CHAMADO.
O primeiro episódio, foi um suspense interessante e ganhou nossa atenção por trazer elementos pouco usados aqui no Ocidente, rendendo uma bilheteria impressionante.

Nesta seqüência, sai Gore Verbinski da cadeira de direção e entra HIDEO NAKATA (criador da produção original), “presenteando” NAOMI WATTS (KING KONG) com uma personagem inútil, amedrontada e patética - não parece em nada a mesma personagem do primeiro filme - e tendo sempre ao lado seu filho, tão – ou mais - estranho quanto o fantasma de Samara.
Quando sobem os créditos, o espectador sente-se como se presenciasse um dejá-vu.

Agora Samara não precisa mais da fita para espalhar o medo – e sua longa cabeleira – nas pessoas, podendo vagar livremente por aí. E só Rachel Keller (nossa heroína de plantão) resolverá o mistério novamente, usando toda experiência que tem.

NAKATA pode retornar ao oriente e continuar a carreira por lá, pois não tem o mínimo espaço na indústria norte-americana. O CHAMADO 2 é inútil.

NOTA: 3,5
ORÇAMENTO: --

A VIDA DE DAVID GALE

Você é contra ou a favor da pena de morte? David Gale era contra e fez tudo para conseguir mostrar ao mundo que isso não levava a nada.
A VIDA DE DAVID GALE é um drama muito envolvente, que chama atenção pela forma brutal de seu desfecho, totalmente imprevisível.

O belo elenco encabeçado por KATE WINSLET (TITANIC), KEVIN SPACEY (BELEZA AMERICANA) e a sempre ótima LAURA LINNEY (SOBRE MENINOS E LOBOS) deixam essa obra ainda mais emocionante, intrigante e tensa.

Provavelmente esta tenha sido a melhor interpretação de WINSLET até agora, pois está mais convincente e madura do que na época do mega-sucesso TITANIC.
SPACEY coloca todo o drama de um homem inocente (pelo menos é o que parece no início), que tem como único objetivo conseguir o corte das penas de morte.
Por útlimo LINNEY, uma das atrizes mais talentosas de Hollywood, cria outra personagem que, se não é inesquecível, ao menos faz seu papel com louvor.

Com cenas e diálogos fortes, a produção consegue se colocar intensamente contra o tema abordado, fazendo o espectador quase ter pena de Gale e pautando corretamente suas atitudes, no mínimo desesperadas.

Apesar da superação de SPACEY e WINSLET, temos que reconhecer o talento (como já foi dito) da fantástca LAURA LINNEY.
Bela e imprevisível produção, com um tema amplamente polêmico e sempre discutível, vale a conferida.

NOTA: 7,0
ORÇAMENTO: --

sábado, maio 06, 2006

HARRY POTTER E O CÁLICE DE FOGO

O bruxo mais querido dos cinemas volta para sua quarta aventura, nos mostrando uma ação muito envolvente e como sempre cheia de reviravoltas e descobertas surpreendentes.
Com a participação especial de RALPH FIENNES, carregando uma maquiagem pesada para interpretar o Lorde Voldemort e o trio principal, ainda mais à vontade, O CÁLICE DE FOGO é uma bela adição à mitologia de Harry Potter.

Nunca li nenhum livro, só acompanho as aventuras de POTTER nos cinemas, mas ninguém precisa ser leitor assíduo para perceber a fidelidade dos filmes em relação aos livros.

Com o início do Torneio Tri-Bruxo, HARRY é escolhido para representar Hogwarts, tentando ganhar o Cálice de Fogo. As provas são dificílimas e se tornam o ponto alto por aqui, trazendo-nos um fantástico dragão, o labirinto medonho que muda de direção e várias outras provas. Porém isto é apenas disfarce para ressuscitar Voldemort, que 'dormia' a algum tempo.

"Anos dificeis estão por vir"diz um dos personagens e eu digo: difíceis para eles, porque para nós, espectadores, serão ótimos tempos, pois daí poderemos ver Potter evoluir ainda mais, tendo seus filmes melhorados a cada lançamento.

A computação gráfica está fantástica, principalmente na criação do Barco que sai das águas e traz os alunos de outras escolas - uma vaga no Oscar da categoria já tem dono.
Apesar deste ano não haver lançamentos de livros ou produções para o cinema, os "seguidores" poderão se tranquilizar, pois um box será colocado à venda com oito DVDs (os quatro filmes e o resto extras). Deliciem-se com a obra de J. K. ROWLING.

NOTA: 8,0
ORÇAMENTO: 150 Milhões de Dólares

O FILHO DE CHUCK

O diretor tem que ser muito bom, para mesclar terror e comédia num único filme, pois a facilidade de ter um deslize no decorrer da projeção é grande.
BRINQUEDO ASSASSINO apavorou muito gente, mas há tempos perdeu força e hoje (assim como Freddy e Jason), não passa de um ‘fantoche’.

DON MANCINI, não satisfeito em ter somente Chucky e sua noiva matando os pobres mortais, dá aos bizarros personagens um filho.
Das duas uma, ou você ama e ri das piadas e das tiradas do roteiro ou odeia e nem chega ao final da projeção. Particularmente, levei numa boa e até me diverti, mas se tivesse fosse 10 minutos mais longo, não me responsabilizaria por meus atos.

Glen, ófão de Chucky e Tiffany, aproveita a ótima oportunidade de ressuscitar seu pai – o plano fica ainda mais fácil, pois Hollywood está gravando um filme sobre seu o ‘boneca defunto’.
Após a onda de assassinatos, os dois entram em conflito, pois Glen não quer seguir o caminho do pai e Tiffany, acaba se deslumbrando pela atriz Jennifer Tilly, que estrela a ‘biografia’ de Chucky.

Tudo muito trash, tudo muito tosco... é uma produção que os críticos torcem o nariz e a galera adora. Para o bem ou para o mal, O FILHO DE CHUCKY vem para provar que essa família estranha ainda rende bem nas bilheterias!

NOTA: 6,0
ORÇAMENTO: --

quarta-feira, maio 03, 2006

ALGUEM TEM QUE CEDER

Se os adolescentes têm as peripécias de AMERICAN PIE nos cinemas, faltava uma comédia descompromissada para o público, digamos, mais ‘vivido’. Não falta mais!
ALGUÉM TEM QUE CEDER, apesar de ter uma premissa um tanto ultrapassada, consegue dialogar bem com o espectador.

JACK NICHOLSON (UM ESTRANHO NO NINHO) e a bela DIANE KEATON (O PODEROSO CHEFÃO), redescobrem o amor, após várias confusões e diálogos inspirados.
Some isso com KEANU REEVES (MATRIX), que flerta com a personagem de KEATON e AMANDA PEET (MEU VIZINHO MAFIOSO), meio sem função no roteiro e uma direção sem grandes problemas de NANCY MEYERS (O PAI DA NOIVA) e está pronto.

Harry Sanborn é um ricaço charmoso, que adora sair com mulheres mais jovens. Quando ele começa a namorar Marin, os conflitos se amontoam e ele acaba conhecendo Erica, mãe de Marin, que é uma escritora, completamente dedicada ao trabalho e daí, para entender o que vai rolar, é fácil.

Apesar da segunda metade de ALGUÉM TEM QUE CEDER, dar uma escorregada, foi interessante ver estes grandes nomes de Hollywood envolvidos num projeto um tanto diferente que os de costume.
Tira boas gargalhadas e tem seqüências antológicas... pena que faltou um tempero final, mas vale a dica.

NOTA: 7,5
ORÇAMENTO: --

segunda-feira, maio 01, 2006

HULK

cinemaclick.com.br
Marcado para ser o retorno triunfal de um dos heróis mais famosos do mundo das histórias em quadrinhos, ANG LEE (O SEGREDO DE BROKEBACK MOUNTAIN) tinha a difícil missão de transpor para as telas as aventuras do “Gigante Esmeralda”. Justo ele, um diretor que sempre propôs uma visão mais delicada e sutil em sua filmografia.

ERIC BANA (MUNIQUE), encabeça elenco frouxo e faz o possível para não parecer tão deslocado frente ao roteiro sonolento de JOHN TURMAN e MICHAEL FRANCE.
JENNIFER CONNELY (A CASA DE AREIA E NÉVOA), vai para o mesmo caminho e como coadjuvante, peca pela inexpressividade. Há ainda outros nomes de peso (SAM ELLIOTT, JOSH LUCAS e NICK NOLTE), inertes nos 137 minutos do longa.

Bruce Banner é um cientista, que após um acidente no laboratório acaba sendo geneticamente modificado pelos raios gama, transformando-se numa monstruosa criatura quando fica nervoso. Achando ser uma ameaça à população, Ross convoca todo exército norte-americano para aniquilá-lo – mesmo à contra gosto da filha Betty.

A imensa demora na aparição de HULK, os efeitos especiais difíceis de engolir, seus pulos quilométricos e a carga dramática equivocada, fazem do blockbuster uma enorme decepção, principalmente para os fãs. Não esperem uma continuação.

NOTA: 3,0
ORÇAMENTO: 120 Milhões de Dólares

terça-feira, abril 25, 2006

A ILHA

cinemacomrapadura.com.brOk, é bem verdade que MICHAEL BAY (ARMAGEDON) é tão megalomaníaco quanto Roland Emmerich, é verdade também que não sabe dirigir atores, e que o grande prazer dele é ver tudo voar pelos ares, sem explicações plausíveis.
A ILHA, seu projeto mais novo, tem tudo isso, mas ao contrário das outras produções assinadas por ele, diverte e surpreende.

Calcado na presença robótica, mas correta de EWAN MCGREGOR (MOULIN ROUGE), a ambientação quase deixa o espectador hipnotizado – apesar de já termos visto algo semelhante anteriormente – e toca num tema bastante interessante: a clonagem de seres humanos e suas implicações.

Lincon Six Echo é outro (suposto) sobrevivente de um mundo devastado, que mora num complexo subterrâneo, para fugir da contaminação que tomou conta da superfície terrestre.
Há um sorteio, onde quem ganha, é transferido para uma ilha paradisíaca, mas Lincon começa a questionar-se sobre tudo que o cerca e foge, levando consigo a amiga Jordan Two Delta (interpretada por SCARLETT JOHANSSON).

Neste instante, BAY chega onde queria e destoa seu arsenal de perseguições mirabolantes, aventura de tirar o fôlego e, um acidente de carro em especial, espetacular.
A ILHA tem furos enormes no roteiro, não aprofunda-se na questão levantada, os coadjuvantes são fracos, mas ao menos entretêm. Valeu a tentativa, mas nunca esperem uma obra prima do diretor!

NOTA: 7,5

ORÇAMENTO:126 Milhões de Dólares

quarta-feira, abril 19, 2006

WALLACE E GROMIT - A BATALHA DOS VEGETAIS

www.adorocinema.com.brQuando WALLACE E GROMIT - A BATALHA DOS VEGETAIS foi premiado como melhor animação na noite do Oscar, fiquei um tanto desapontado, pois particularmente preferiria A NOIVA CADÁVER de Tim Burton - mas naquela "altura do campeonato", ainda não tinha assistido ao primeiro (os dois aliás, usam a mesma técnica de stop-motion).

Após vê-lo, mudei de opinião e com um roteiro inteligente e algumas reviravoltas bacanas, o entretenimento trás grandes performances dos diretores STEVE BOX e NICK PARK, da equipe de montagem, de efeitos, enfim de todos os envolvidos no demorado e minucioso projeto (os extras trazem todo cuidado e preparo para criação de cenários e dos bonecos).

Com a chegada do Concurso dos Legumes Gigantes, o inventor Wallace, que vive com o cão Gromit, cria uma máquina para capturar os coelhos que devoram as plantações.
Surge então uma fera que destrói tudo à noite... Agora Wallace fará de tudo para descobrir meios de pará-la.

Os personagens principais são tão ágeis e engraçados que fazem A BATALHA DOS VEGETAIS fluir ainda melhor, sem precisar apegar-se em bichinhos fofinhos ou numa caracterização mais, digamos, comum. Vá e veja sem medo, ótimo exemplo de boa animação.

NOTA: 8,0
ORÇAMENTO: 30 Milhões de Dólares

segunda-feira, abril 17, 2006

O GALINHO CHICKEN LITTLE

www.adorocinema.com.brQuando um protagonista não é suficientemente forte, o diretor terá trabalho em dobro para fazer sua obra funcionar.
Imagine portante se a família super poderosa de OS INCRÍVEIS, fosse robótica e sem senso de humor ou se os monstrengos em MONSTROS S.A. tivessem diálogos inúteis, toda aquela computação gráfica magnífica seria mero detalhe.

E beleza gráfica é a única coisa que salva O GALINHO CHICKEN LITTLE, produção que peca pelos inúmeros excessos do roteiro e por conter um personagem principal tão sem graça, que irrita - isso vale também aos coadjuvantes.
Poderá agradar as crianças, pelas cores fortes e chamativas, mas sem a genialidade da Pixar, a Disney volta ser um estúdio como outros tantos.

Após confundir um pedaço de avelã, com uma nuvem e dizer a todos que o céu está caindo, o Galinho perde todo crédito quando a verdade vem à tona.
E agora que realmente um pedaço do céu cai em sua cabeça, precisa encontrar alguma forma para crerem nele.

Até a trilha sonora (ponto pelo qual a produtora sempre teve sucesso) que acompanha a película, é sonolenta, fazendo com que os noventa minutos passem, como se fossem cinco horas. Decepção total!

NOTA: 3,5
ORÇAMENTO: 60 Milhões de Dólares

quarta-feira, abril 12, 2006

3º OSCARZINHO

No 1º OSCARZINHO recebi elogios e fiquei contente, pois gostaria de saber a repercussão do quadro (mesmo sendo pequena), na 2ª edição houve um debate legal entre eu (O EDITOR) e alguns visitantes que gostaram de AS BRANQUELAS e me perguntavam porque era a pior comédia. Agora vamos para o 3º esperando cada vez mais comentários, positivos ou não!
A novidade fica por conta de uma adição nas categorias (MELHOR E PIOR MAQUIAGEM).

Pior Ação / Aventura
-OS ESQUECIDOS
-12 HOMENS E OUTRO SEGREDO*

Pior Cena de Ação
-Correndo dos Et’s (OS ESQUECIDOS)*
-Roubando o banco (12 HOMENS E OUTRO SEGREDO)

Pior Terror
-VISÕES
-VISÕES 2*
-A VILA
-REENCARNAÇÃO
-OS ESQUECIDOS

Pior Ator Coadjuvante
-Yu Gu (VISÕES 2)*
-Brad Pitt (12 HOMENS E OUTRO SEGREDO)
-Danny Huston (REENCARNAÇÃO)

Pior Atriz Coadjuvante
-Lauren Bacall (REENCARNAÇÃO)*
-Jéssica Hecht (OS ESQUECIDOS)
-Catherine Zeta Jones (12 HOMENS E OUTRO SEGREDO)

Pior Ator
-Bo-Lin Chen (VISOES 2)
-George Clooney (12 HOMENS E OUTRO SEGREDO)
-Cameron Bright (REENCARNAÇÃO)*
-Joaquim Phoenix (A VILA)
-Christopher Kovaleski (OS ESQUECIDOS)

Pior Atriz
-Nicole Kidman (REENCARNAÇÃO)
-Eugenia Yuan (VISOES)*
-Juliane Moore (OS ESQUECIDOS)

Pior Efeitos Especiais
-OS ESQUECIDOS
-VISOES
-VISOES 2*

Pior Maquiagem
-VISOES
-VISOES 2*

Pior Revelação
-Cameron Bright (REENCARNAÇÃO)*
-Bo-Lin Chen (VISOES 2)
-Eugenia Yuan (VISOES)

Pior Roteiro
-REENCARNAÇÃO
-A VILA*
-OS ESQUECIDOS

Pior Diretor
-Jonathan Glazer (REENCARNAÇÃO)
-M. Night Shyamalan (A VILA)
-Joseph Ruben (OS ESQUECIDOS)
-Irmãos Pang (VISOES 2)*

Pior Filme
-REENCARNAÇÃO
-A VILA
-OS ESQUECIDOS
-VISÕES 2*

E a premiação dos piores ficou assim:
12 HOMENS E OUTRO SEGREDO: Pior Ação / Aventura (1)
OS ESQUECIDOS: Pior Cena Ação (1)
VISÕES: Pior Atriz (1)
VISÕES 2: Pior Terror / Suspense – Pior Ator Coadjuvante – Pior Efeitos Especiais – Pior Maquiagem – Pior Diretor – Pior Filme (6)
REENCARNAÇÃO: Pior Atriz Coadjuvante – Pior Ator – Pior Revelação (3)
A VILA: Pior Roteiro (1)

Depois de mostrar as grandes “falhas” de Hollywood, traremos as grandes obras de lá:

Melhor Ação / Aventura
-REFÉM
-CRUZADA
-11 HOMENS E UM SEGREDO
-A INTERPRETE
-DOOM – A PORTA DO INFERNO
-SEVEN – OS SETE CRIMES CAPITAIS*

Melhor Cena de Ação
-Tentativa de Resgate (REFEM)
-Última batalha entre Coréia do Sul e Coréia do Norte (A IRMANDADE DA GUERRA)*
-Explosão no Ônibus (A INTERPRETE)
-THE ROCK vs. KARL URBAN (DOOM – A PORTA DO INFERNO)
-Perseguição ao Suspeito (SEVEN – OS SETE CRIMES CAPITAIS)

Melhor Ficção
-DOOM – A PORTA DO INFERNO*
-OS ESQUECIDOS


Melhor Terror / Suspense
-DOOM – A PORTA DO INFERNO
-A VILA
-VISÕES
-ESPIRITOS – A MORTE ESTA AO SEU LADO*
-SEVEN – OS SETE CRIMES CAPITAIS

Melhor Drama
-O PIANISTA
-A LISTA DE SCHINDLER*
-A IRMANDADE DA GUERRA

Melhor Guerra
-A LISTA DE SCHINDLER
-A IRMANDADE DA GUERRA*

Melhor Comédia
-MATADORES DE VELHINHAS*
-PROCURA-SE U AMOR QUE GOSTE DE CACHORROS

Melhor Efeitos Especiais
-DOOM – A PORTA DO INFERNO
-REFEM
-ESPIRITOS – A MORTE ESTA AO SEU LADO
-CRUZADA*

Melhor Figurino
-O PIANISTA
-CRUZADA
-A VILA
-A LISTA DE SCHINDLER*
-A IRMANDADE DA GUERRA
-MATADORES DE VELHINHAS


Melhor Fotografia
-O PIANISTA
-CRUZADA
-A VILA*
-A LISTA DE SCHINDLER
-A IRMANDADE DA GUERRA

Melhor Maquiagem
-CRUZADA
-A VILA
-ESPIRITOS – A MORTE ESTA AO SEU LADO
-SEVEN – OS SETE CRIMES CAPITAIS*

Melhor Ator Coadjuvante
-Edward Norton (CRUZADA)
-Adrien Brody (A VILA)*
-Weon Been (A IRMANDADE DA GUERRA)
-Marlon Wayans (MATADORES DE VELHINHAS)
-Morgan Freeman (SEVEN – OS SETE CRIMES CAPITAIS)

Melhor Atriz Coadjuvante
-Emilia FOx (O PIANISTA)*
-Jane Talley (REFEM)
-Eva Green (CRUZADA)
-Gwyneth Paltrow (SEVEN – OS SETE CRIMES CAPITAIS)

Melhor Ator
-Adrien Brody (O PIANISTA)
-Bruce Willis (REFEM)
-Liam Neeson (A LISTA DE SCHINDLER)
-Jang Dong-keon (A IRMANDADE DA GUERRA)*
-Tom Hanks (MATADORES DE VELHINHAS)
-Sean Peen (A INTERPRETE)
-Brad Pitt (SEVEN – OS SETE CRIMES CAPITAIS)

Melhor Atriz
-Marva Munson (MATADORES DE VELHINHAS)
-Nicole Kidman (A INTERPRETE)*
-Diane Lane (PROCURA-SE UM AMOR QUE GOSTE DE CACHORROS)

Melhor Revelação
-Adrien Brody (O PIANISTA)*
-Fiorenti Siri (DIRETOR – REFEM)
-Jang Dong-keon (A IRMANDADE DA GUERRA)
-Parkpoom Wongpoom e Banjong Pisanthanakun (DIRETORES – ESPIRITOS – A MORTE ESTA AO SEU LADO)

Melhor Roteiro
-11 HOMENS E OUTRO SEGREDO
-O PIANISTA
-A LISTA DE SCHINDLER*
-A IRMANDADE DA GUERRA
-SEVEN – OS SETE CRIMES CAPITAIS

Melhor Diretor
-Roman Polanski (O PIANISTA)
-Fiorenti Siri (REFEM)
-Steven Spielberg (A LISTA DE SCHINDLER)*
-Kang Je Gyu (A IRMANDADE DA GUERRA)
-Steven Soderbergh (11 HOMENS E OUTRO SEGREDO)
-Parkpoom Wongpoom e Banjong Pisanthanakun (DIRETORES – ESPIRITOS – A MORTE ESTA AO SEU LADO)
-David Fincher (SEVEN – OS SETE CRIMES CAPITAIS)

Melhor Filme

-O PIANISTA
-REFEM
-A LISTA DE SCHINDLER*
-A IRMANDADE DA GUERRA
-SEVEN – OS SETE CRIMES CAPITAIS


As premiação dos melhores:
A IRMANDADE DA GUERRA: Melhor Cena Ação – Melhor Guerra – Melhor Ator (3)
ESPIRITOS – A MORTE ESTA AO SEU LADO: Melhor Terror / Suspense (1)
A LISTA DE SCHINDLER: Melhor Drama – Melhor Figurino – Melhor Roteiro – Melhor Diretor – Melhor Filme (5)
MATADORES DE VELHINHAS: Melhor Comédia (1)
A VILA: Melhor Fotografia – Melhor Ator Coadjuvante (2)
SEVEN – OS SETE CRIMES CAPITAIS: Melhor Ação / Aventura – Melhor Maquiagem (2)
O PIANISTA: Melhor Atriz Coadjuvante – Melhor Revelação (2)
A INTERPRETE: Melhor Atriz (1)
DOOM – A PORTA DO INFERNO: Melhor Ficção (1)
CRUZADA: Melhor Efeitos Especiais

Agradeço a colaboração e a presença de todos no CINEMA E PIPOCA, preparem-se para mais filmes...

O EDITOR

quarta-feira, abril 05, 2006

O TERMINAL

www.adorocinema.com.br Que STEVEN SPIELBERG é versátil, isso ninguém duvida, tendo no currículo obras tão opostas quanto o intenso MUNIQUE e o blockbuster INDIANA JONES.
Que TOM HANKS é talentoso, disso também ninguém duvida (faturou 2 Oscars por FORREST GUMP e PHILADELPHIA).

Quando juntaram-se pela primeira vez, foram à 2ª Guerra Mundial, num dos filmes mais impactantes vistos: O RESGATE DO SOLDADO RYAN. Mas para quem imaginou algo tão grande quanto o exemplo citado, se enganou.
O TERMINAL é uma produção menor, mas nem por isso deixa de ter valor (apesar das oscilações) e têm drama e comédia na medida certa.

Quando Viktor Navorski embarca no aeroporto em Nova York, descobre que seu país sofreu um golpe de estado e com isso, seu passaporte tornou-se invalidado (não podendo entrar nos Estados Unidos ou voltar ao local de origem).
Acaba então, vivendo no próprio aeroporto, fazendo amizades e percebendo o quão intensa é a vida destas pessoas.

CATHERINE ZETA JONES (ARMADILHA) abrilhanta a película, mas o protagonista e o diretor são os verdadeiros donos desta aventura que não irá mudar sua vida, mas fará as horas passarem sem problemas.

NOTA: 7,0
ORÇAMENTO: --

OS ESQUECIDOS

www.adorocinema.com.brNão haveria título mais propício para este suspense, pois dois minutos após o término e você realmente esquecerá toda baboseira indigesta vista aqui.
Menosprezando a inteligência do espectador, o desconhecido diretor JOSEPH RUBEN não poupa clichês e prova o quanto Hollywood e seus estúdios sabem vender produtos fajutas.

No meio da palhaçada entra a talentosa JULIANE MOORE (AS HORAS), deslocada por um roteiro pouco criativo e uma equipe de produção fraquíssima.
Assim como ocorreu em REENCARNAÇÃO, a meia hora inicial de OS ESQUECIDOS dá ênfase ao terror psicológico intenso e depois tudo é jogado no limbo das boas intenções, com resultados catastróficos.

Kelly Paretta acredita piamente ter um filho, mas tudo acaba caindo por água abaixo, quando todas as outras pessoas dizem que é tudo invenção.
Desesperada, ela sai à procura de pistas e descobre que "a verdade está lá fora".

Há leves tendências de Chris Carter e seu seriado ARQUIVO X, sem 1% da complexidade do mesmo . Entram na furada nomes até relevantes da indústria cinematográfica como GARY SINISE (À ESPERA DE UM MILAGRE) e DOMINIC WEST (CHICAGO).
Caso tenha muito dinheiro para gastar, alugue-o, caso contrário passe longe!

NOTA: 3,0
ORÇAMENTO: 42 Milhões de Dólares
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