quarta-feira, julho 05, 2006

O XANGÔ DE BAKER STREET

Tirado do romance de Jô Soares, O XANGÔ DE BAKER STREET é uma produção peculiar, com seus bons momentos de humor e sacadas espertas do escritos. Ao transpô-lo para as telonas, o diretor MIGUEL FARIA JR., dilui muitos desses elementos, deixando a obra, um tanto vazia.

A montagem e o figurino são bastante interessantes, mas as interpretações robóticas de JOAQUIM DE ALMEIDA (PERIGO REAL E IMEDIATO), como o personagem principal e MARCO NANINI (COPACABANA), empobrecem o roteiro e o resultado final.

Um valioso violino Stradivarius, presente de D. Pedro II à baronesa Maria Luíza desaparece misteriosamente. Chamam então, o renomado detetive Sherlock Holmes, para solucionar o caso. Neste meio tempo, acontece um assassinato – uma prostituta foi encontrada morta, com as orelhas cortadas e uma corda de violino colocada em seu corpo.
Ao desembarcar no Rio de Janeiro, Holmes não sabe que perigos brasileiros o esperam: caipirinha, feijoada e etc.

Como passatempo escapista, vai bem, mas não está à altura, nem do romance e muito menos da caracterização bacana, que poderiam dar para o maior detetive do mundo.

NOTA: 5,0
ORÇAMENTO: --

ESPECIAL - TV E SEU CONTEÚDO PARTE IV DE IV

E O QUE PODE SE TIRAR DE BOM DA TV ABERTA NACIONAL?

Nesta última parte da matéria citarei os pontos positivos e os apresentadores que verdadeiramente merecem espaço na TV aberta nacional.

Começarei pelo maior "marketeiro" nacional: SILVIO SANTOS, é impossivel falar de TV e não citá-lo, pois o Dono do SBT sustenta sua emissora, já que o canal dificilmente iria para frente se Ele saísse.
Sabe lhe dar com pessoas como ninguém e acima de tudo é grande artista.
Outro com a grande responsabilidade de levar cultura para nossas casas é o incrível ANTONIO ABUJAMRA, apresentador do não menos incrível PROVOCAÇÕES na TV CULTURA.
Recita poemas como ninguém e consegue sempre provocar positivamente seus entrevistados.
JÔ SOARES, figura impar da cultura televisiva. Apesar de não ter tanto espaço e liberdade na Globo, continua diferenciado. Sem contar sua inteligência e as piadas sempre colocadas nos momentos mais oportunos.
SERGINHO GROISMANN para mim tornou-se o sucessor de JÔ e têm a grande "sacada" de falar aberta e igualmente com famosos e desconhecidos, velhos e jovens.
O ALTAS HORAS poderia ser mais cedo, tirando isso SERGINHO entretem com sabedoria.
Outro mal usado por onde passou foi MARCELO TAS, o eterno "Professor Tibúrcio" do RA-TIM-BUM.
Apresentou VITRINE na CULTURA e foi parar até na REDE GLOBO, mas saiu sem nada apresentar.
Tem um blog fantástico que critica humoristicamente o governo, futebol, etc.

Ao final da matéria esclareço que tomei essa iniciativa não apenas para criticar GILBERTO BARROS, REDE GLOBO e afins, mas sim para dar MEU ponto de vista em relação à TV aberta nacional e isso que chamamos de CULTURA TELEVISIVA.
Infelizmente, é algo que não tem nada a acrescentar e tentei mostrar a todos isso.
Sei que fiz pouco, porém temos que tomar iniciativas como tal, não só em relação aos meios de comunicação, mas também relacionado ao governo, violência, corrupção, etc.

sábado, julho 01, 2006

O SEGREDO DE BROKEBACK MOUNTAIN

Publicado em 1997, por Annie Proulx, o conto BROKEBACK MOUNTAIN, foi levado às telonas por ANG LEE (O TIGRE E O DRAGÃO), de uma maneira exemplar.
Antes de mais nada, trataram de desmistificar a imagem do cowboy e toda sua masculinidade intransponível, depois levaram-nos a uma locação formidável e escolheram dois atores excelentes.

HEATH LEDGER (CORAÇÃO DE CAVALEIRO), driblando o rótulo de ‘ator de comédias românticas’ e JAKE GYLLENHAAL (SOLDADO ANÔNIMO), que acaba sendo ofuscado, mas defendo bem Jack Twist. Outros atores bacanas são MICHELLE WILLIAMS (MEDO E OBSESSÃO) e ANNE HATHAWAY (O DIÁRIO DA PRINCESA).

No verão de 1963, dois vaqueiros vão para as Montanhas de Brokeback trabalhar, e diante das condições desfavoráveis, acabam criando um vínculo e tendo uma relação sexual – o interessante é perceber que não há nenhum glamour na seqüência.
Após aquele verão e por causa da discriminação social, que sofreriam, decidem por casarem-se e só 4 anos depois se reencontrarem, mas mesmo após todo esse tempo, a força daquela paixão jamais se apagou.

A escolha de uma fotografia mais clara e nítida, quando Ennis e Jack estão juntos e algo mais escurecido e triste, quando estão com suas famílias é impactante.
Sendo hétero ou homossexual, assista sem medo esse drama comovente e que não levou o Oscar de Melhor Filme, por um simples preconceito imbecil da Academia.

NOTA: 9
ORÇAMENTO: 14 Milhões de Dólares

ESPECIAL - TV E SEU CONTEÚDO PARTE III DE IV

PROGRAMAÇÃO DE DOMINGO

De segunda a sexta-feira temos que aguentar as frequentes reprises na Sessão da Tarde, programas culinários, de fofocas e uma infinidade enorme de besteiras nas programações.
Então chega o domingo, ligamos a TV tentando nos entreter com algo interessante e vejamos o que acontece:

DOMINGO LEGAL: GUGU acabou se escondendo por trás dos muitos quadros inúteis do programa, apelando para mulheres, danças sensuais e draminha babaca, tentando recuperar sua audiência perdida e sua fama.
DOMINGÃO DO FAUSTÃO: Talvez seja o melhor dos apresentadores ruins (!?). Infelizmente não tem liberdade que deveria e comanda seu programa como uma marionete, fazendo piadinhas que muitas vezes têm mal gosto enorme.
Sem contar nas entrevistas de nosso "querido" FAUSTO SILVA, pois o ele pergunta e acaba respondendo antes do convidado, deixando-o em situação embaraçosa.
DOMINGO DA GENTE: cópia descarada dos programas acima citados, NETINHO tenta ser o que não é: apresentador.
Traz seu jeito felizão e também ajuda pessoas, levam-nas para cabeleireiros, maquiadores e etc. Após isso chama a felizarda ao palco e disseca a coitada com perguntas inúteis do tipo: "E aí, você gostou?"

Apesar da "propaganda ser a alma do negócio", devo admitir minha angústia em ver todos esses apresentadores sendo usados para falarem de produtos que na maioria das vezes nenhum usa em seu dia a dia.
Após tudo isso chega FANTÁSTICO, este na verdade tornou-se um resumo do JORNAL NACIONAL em versão dominical, finalizando assim outro fim de semana impróprio para programção e muito apropriado para o faturamento.

quarta-feira, junho 28, 2006

JURASSIC PARK 3

Depois de um filme espetacular e outro uma 'quase' refilmagem de KING KONG, fui alugar a terceira parte da "reinvenção" dos dinossauros com uma expectativa, no mínimo boa, pois ainda havia SAM NEIL, SPIELBERG como produtor e um amontoado de efeitos muito melhores que na época do primeiro JURASSIC PARK.

Comecei a assistir, mas quase dormi na metade, pois não há nada, absolutamente nada de inovador, conta-se com o pior roteiro de toda trilogia e NEIL também tem uma interpretação apagada.

Os dinossauros agora tem uma inteligência avançada e esse foi um dos pontos pelo qual fiquei incomodado, porque já não temos aquele instinto selvagem, muito presentes nos anteriores.

Apesar de haver ação, muitos dinossauros e uma pitada de suspense, a produção ficou parada no tempo e acabou sem o brilho que seus antecessores tiveram, porém marcas como a de JURASSIC PARK nunca saem da moda.
Já estão preparando a 4ª parte da obra iniciada (e muito bem por sinal) por SPIELBERG.
Esperamos com ansiedade jurássica, para O PARQUE DOS DINOSSAUROS voltar a ser aquele arrasa-quarteirão.

NOTA: 4,0
ORÇAMENTO: 93 Milhões de Dólares

domingo, junho 25, 2006

A ESPERA DE UM MILAGRE

Por incrível que possa parecer, as obras de suspense e terror transpostas para o cinema de Stephen King, não fazem tanto sucesso, quanto os dramas.
É tirado de um livro dele o ótimo UM SONHO DE LIBERDADE e agora, este sensacional À ESPERA DE UM MILAGRE.

Que FRANK DARABONT é um diretor minimalista, isso todo mundo já sabe, mas ele consegue moldar planos magníficos e tirar interpretações poderosas, principalmente do grandalhão MICHAEL CLARKE DUNCAN (ARMAGEDDON).
Mesmo com a extensa duração de aproximadamente 188 minutos, tocou fundo nos espectadores, que lotaram as salas e se emocionaram.
O bom é que DARABONT não nos trata como idiotas e mesmo alguns clichês que aparecem, são driblados com uma categoria absurda.

O ano é 1935, e Paul, um chefe da guarda de um corredor da morte, nos Estados Unidos, recebe um prisioneiro enorme, chamado John Coffey, acusado de estuprar e matar duas jovens garotas. Com o passar do tempo, Paul ganha a confiança dele e descobre que o prisioneiro tem dons especiais.

Violento, tenso e cruel, você se envolve com a trama e o nó na garganta, principalmente no terço final é inevitável.
Infelizmente foi ignorado no Oscar, e mesmo com as 8 indicações, não faturou nenhuma, mas pode ser considerado, sem sombra de dúvida um dos melhores filmes da década de 90!

NOTA: 10,0
ORÇAMENTO: --

ESPECIAL - TV E SEU CONTEÚDO PARTE II de IV

PROGRAMAS GLOBAIS

A maior emissora televisiva do Brasil e uma das maiores do mundo, mas será que todo esse porte é passado para os espectadores em forma de conteúdo inteligente?
Sem dúvida não, pois vejamos:

JORNAIS (Jornal Nacional, Jornal da Globo, etc.): adotou a fórmula de sucesso da CNN, que se transformou num padrão mundial. Com pouca opinião do apresentador e informações passadas muitas vezes às pressas.

PROGRAMAS INFANTIS (Sítio do Pica Pau Amarelo, Xuxa): Infelizmente fizeram desta nova versão de SITIO DO PICA PAU AMARELO um verdadeiro amontoado de basteiras infames, que culminou nesta vergonhosa "refilmagem", com atores do nível do programa, péssimos. XUXA tenta voltar a ser a Rainha dos Baixinhos, porém a única coisa que consegue é irritá-los, trazendo quadros vergonhosos e personagens sem a menos intenção de ensiná-los. Além de tudo a GLOBO não respeita a periodicidade de um desenho animado (principalmente os animes), deixando fãs totalmente frustrados com tal medida.

NOVELAS (Belíssima, Cobras e Lagartos, etc.): provavelmente você, leitor já deve ter visto filmes que se apoiam descaradamente em clichês! As novelas Globais são assim (e tornou-se quase uma regra). Muitas vezes coloca-se pessoas sem a menor inspiração para dirigir (como aconteceu com BANG-BANG) e outras para interpretar, visando unicamente o lucro, esquecendo de respeitar milhões de espectadores.

HUMOR (Zorra Total, A Turma do Didi): tão infame que chega a incomodar. Piadas ridículas, "comediantes" tirados de um manicômio e risadas ao fundo de cada tentativa de humor. Quer exemplos: DIDI com sua turma esdrúxula, ZORRA TOTAL com seus inúmeros e banais personagens que deviam ser banidos da programação.

PROGRAMA ESPORTIVOS (Globo Esporte): assim como no jornalismo, os apresentadores esportivos não expressam opiniões, resumindo-se apenas em ler as informações que lhe são passadas.

Então como a emissora consegue tanto sucesso ?
Por ter os atores, atrizes e diretores mais conhecidos da população, e o maior lucro de toda TV aberta nacional.
Coloque aquele velho ditado futebolístico: "Nem sempre quem joga melhor vence", mude agora para: "Nem sempre quem tem a melhor programação é líder de audiência."
Porém, tirando as devidas proporções, hoje em dia a televisão não vive sem a emissora carioca.

ESPECIAL - TV E SEU CONTEÚDO PARTE I de IV

Resolvi tomar essa iniciativa de fazer uma matéria relacionada à TV aberta brasileira, pois dificilmente o espectador encontrará cultura nelas.
Farei em 4 partes, para não ficar cansativo para o leitor e também deixar mais organizado.

SABADAÇO E BOA NOITE BRASIL

Provavelmente este seja o melhor exemplo para começarmos uma matéria, cuja finalidade é levantar os pontos negativos da TV.
Gilberto Barros é o que podemos chamar de "Maria vai com as outras", pois provavelmente relacionou alguns costumes que se tornaram sucesso (como aquele sinal para a banda parar de tocar alguma música) e descaradamente copia Silvio Santos, em seu jeito de vestir, nas gincanas e até em sua risada.
Quem normalmente acompanha, pode perceber que os "astros e estrelas" convidados, sempre estão em decadência ou esquecidos em algum canto, simplesmente por não terem grande importância em outras emissoras.
Outro ponto irritante são às críticas sociais de Gilberto, fazendo aquilo simplesmente para ser mais um a "defender" o Brasil, dizendo NÃO TER MEDO de políticos, etc, causando sensação de constrangimento para o espectador brasileiro.
Leão é um apresentador que não somou nada à TV, pois tem um programa que é junção de vários outros, vide àquela tentativa de humor com a "Escolinha do Leão" e não tiveram a capacidade nem de mudar a frase final do quadro.

E agora SABADAÇO: mais algumas horas perdidas nas programações da Band. Para quem gosta de funk e daquelas músicas antigas vá lá e deprima-se por si mesmo.
Também há gincanas nas ruas, disputas entre os artistas e piadinhas banais do nosso "ótimo" apresentador.
Fora tudo isso ainda há convidados VIP, estes encontram-se lá todo Sabado, veja alguns deles: LACRAIA E SERGINHO, BANDA CALYPSO, etc, etc, etc.
Junte tudo isso e algumas musicas das Leoas (!?) e tudo vira uma salada de nada com intenção de fazer coisa nenhuma.
Marketing puro e descarado de um dos apresentadores mais irritantes da atualidade.

DOM

Infelizmente os diretores brasileiros, parecem ter medo de tentar diversificar os gêneros por aqui, pois cansamos de ver dramas, comédias passadas no nordeste, ou filmes da Xuxa e do Didi.
Outra coisa ruim, definitiva para qualidade da obra é a interpretação dos protagonistas (principalmente envolvendo a química entre eles) e em DOM, MARCOS PALMEIRA está robótico e poderia sim, ter uma interpretação mais séria e adulta.
MARIA FERNANDA CÂNDIDO não está 100 %, pois também tem momentos que mais parece um fantoche, porém, vez ou outra ela se desvencilha desta péssima mania e dá toques interessantes neste longa nacional tão ruim.

A trama tenta criar uma teia envolvente e madura, mas daí acontece o óbvio: DOM sai cheio de falhas, tem um desfecho previsível, os espectadores desprendem-se do enredo facilmente e a tentativa de uma filmagem mais seca e direta no final, só o torna mais patético.

Nunca fui fã de MARCOS PALMEIRA, mas aqui ele não se incomoda em mostrar a todos o quanto está desconfortável em frente às câmeras.
Infelizmente há diretores que insistem numa narrativa mais teatral, deixando suas obras com tons exagerados e pouco naturais.
DOM é outra deficiente película brasileira com sérios erros interpretativos e de direção.

NOTA: 3,0
ORÇAMENTO: --

quarta-feira, junho 21, 2006

NO PIQUE DE NY

Quando você acha que tudo já está ruim e nada pode piorar, eis que surge NO PIQUE DE NOVA YORK e te traz de volta a realidade.
Já faz um bom tempo que as gêmeas ASHLEY e MARY-KATE OLSEN não brilham, e na tentativa mórbida de recuperar os fãs de outrora e ‘fisgar’ outros, dessa nova geração, protagonizam esse desastre.

DENNIE GORDON (TUDO QUE UMA GAROTA QUER) tem a missão ingrata de levar para as telonas algo chinfrim, enganatório e lotado de furos.
Se queriam fazer uma comédia jovem, não conseguiram, mas se queriam fazer uma comédia voltada para a criançada... também não conseguiram – pois a vontade de pegar o DVD e quebrar em mil pedaços, me passou pela cabeça inúmeras vezes.

Jane e Roxy são irmãs gêmeas que terão que viajar juntas para Nova York, mesmo sem se gostarem. Mas ao serem acusadas de seqüestrar o cachorro de um importante político, a aventura começa e elas terão que provar inocência a todo custo.

Se toda rebeldia do mundo fosse igual a de Roxy, o rock’n roll já estaria morto e enterrado havia décadas e, por essa visão, muito superficial e medíocre das coisas, é que NO PIQUE DE NOVA YORK se torna ainda mais irritante.
É mais fácil as gêmeas voltarem a vender seus cosméticos e deixar o cinema, para quem entende do assunto.

NOTA: 2,0
ORÇAMENTO: --

AGENTE BIOLÓGICO

submarino.com.brQuantas tentativas para reerguer a carreira do ex-quase-astro e dublê de ator JEAN CLAUDE VAN-DAMME (O GRANDE DRAGÃO BRANCO) presenciaremos ?
Quem, em sã consciência pode bancar projetos do cidadão que encabeçou o elenco de bombas como STREET FIGTHER, INFERNO, A COLÔNIA, para citar alguns (a lista facilmente encheria esta página !) ?

Como tortura pouca é bobagem, os espectadores são massacrados, dilacerados e arrebentados por frases feitas difíceis de engolir, momentos “dramáticos” que tiram risos, cenas de ação sonolentas e efeitos especiais (apesar de poucos) terríveis.

Na premissa “mamão com açúcar”, trem desgovernado carregando produtos químicos altamente tóxicos é seqüestrado pelos vilões e o mocinho tenta salvar o dia, espalhando sopapos e chutes nas faces alheias, ajudado (ou atrapalhado) por coadjuvantes tão fracos quanto ele.

AGENTE BIOLÓGICO requer de você paciência a um nível extremo, insônia em estado avançado (pois só assim verá a película até o final) ou desespero e falta de ter o que fazer.
Mês que vem, outra pérola de VAN DAMME nas locadoras, aguardem com ansiedade.

NOTA: 2,0
ORÇAMENTO: --

domingo, junho 18, 2006

TODO MUNDO EM PANICO 4

Depois de tantos vexames no gênero humor, DAVID ZUCKER (que deu cara nova a TODO MUNDO EM PANICO 3) adapta neste 4º episódio sátiras de JOGOS MORTAIS, GUERRA DOS MUNDOS, O GRITO, A VILA dentre outras obras, transformando novamente a série num amontoado de banalidades ridículas e humor raso.

Usa-se SHAQUILLE O'NEIL para tentar nos fazer rir, sem contar a cena final, mostrando o quanto ZUCKER estava perdido, levando sua produção a niveis quase iguais ao segundo episódio.
LESLIE NIELSEN retorna como presidente que só fala besteiras (bem no estilo LOUCADEMIA DE POLICIA) e salva SCARY MOVIE 4 de ser mais deprimente ainda.

O uso de tantas conotações sexuais gratuitas, cria uma certa vergonha alheia nos espectadores e, a não ser os jovens facilmente enganáveis, não há sequer um mínimo de possibilidade de sair satisfeito da sessão.

A série é uma das mais lucrativas de todos os tempos no gênero, arrecadando nos 4 quase 800 milhões e infelizmente teremos que nos contentar com novas continuações para TODO MUNDO EM PANICO (desespero dos verdadeiros fãs de boas comédias).
ZUCKER perde toda graça imposta no terceiro filme, tornando-se apenas uma 'ponte' para os produtores encherem os bolsos, numa franquia difícil de engolir.

NOTA: 3,0
ORÇAMENTO: 45 Milhões de Dólares

sábado, junho 17, 2006

O ULTIMO SAMURAI

www.adorocinema.com.brVocê pode enxergar O ÚLTIMO SAMURAI de duas formas: ou como uma produção homenageando a cultura Oriental ou apenas outro longa épico, lotado de coadjuvantes e cenas magistrais para arrecadar grana e abocanhar prêmios técnicos.

Porém nada disso tem significado quando a película inicia-se, pois ficamos estarrecidos com as fotografias esplendorosas, as ambientações perfeitamente criadas, as batalhas ferozes, o figurino arrebatador, o final tipicamente heróico e astro do quilate de TOM CRUISE (MINORITY REPORT – A NOVA LEI) encabeçando elenco, que conta ainda com KEN WATANABE (AS CARTAS DE IWO JIMA).
A duração de 144 minutos poderia ser encurtada, deixando o roteiro coeso e menos cansativo e caso EDWARD ZWICK (LENDAS DA PAIXÃO) fosse menos vislumbrado, driblaria vários momentos desnecessários.

O Coronel Algren vai ao outro lado do mundo - à convite da aristocracia japonesa - disposto a treinar o exército daquele país com armas de fogo, para substituir os samurais.
Katsumoto – um destes lendários guerreiros – não aceita tal mudança, partindo para “medidas extremas”. Os despreparados soldados, são derrotados na primeira batalha, Algren capturado e vagarosamente ele vai criando vínculos e aprendendo a respeitar os ideais neste novo universo.

Após tantas produções do gênero de pouco ou nenhum valor, O ÚLTIMO SAMURAI acende uma luz no fim do túnel, mesmo não sendo nenhuma obra prima.
Aos fascinados pela arte e história do Japão (como eu) é um prato cheio, principalmente com pipoca e refrigerante ao lado.

NOTA: 8,5
ORÇAMENTO: 100 Milhões de Dólares

quinta-feira, junho 15, 2006

UNDERWORLD - ANJOS DA NOITE

É ótimo quando você é surpreendido, por um filme que ninguém botava muita fé. O fato é que LEN WISEMAN, pegou dois temas batidos e ultrapassados (vampiros e lobisomens) e criou um universo muito interessante, lotado de ação, tiroteios, sensualidade e um roteiro que, se não é inédito, ao menos é divertidíssimo.

O trio principal, formado pela estonteante KATE BECKINSALE (PEARL HARBOR), SCOTT SPEEDMAN (DUETS – VEM CANTAR COMIGO) e MICHAEL SHEEN (LINHA DO TEMPO), estão muito bem, fazendo-nos, pelo menos por alguns instantes esquecer de fiascos como DRÁCULA 2000, A RAINHA DOS CONDENADOS e tantas outras produções B por aí.

Numa noite qualquer, Michael Corvin entra no metrô e se depara com um violento tiroteio entre os Lycans (lobisomens) e os Mercadores da Morte (vampiros). No meio disso tudo ele é salvo por Selene, mas ela não entende o motivo dos Lycans irem atrás de Corvin – os lobisomens preferem distância de seres humano.

As roupas e algumas coreografias lembram MATRIX – sem 90% da complexidade do mesmo – e o final, descaradamente aberto para uma continuação, deixa os espectadores ansiosos pelo próximo episódio.
Vá com o cérebro desligado e prepare-se para se divertir muito.

NOTA: 7,0
ORÇAMENTO: 23 Milhões de Dólares

PEARL HARBOR

www.adorocinema.com.brTroque Leonardo Di Caprio por BEN AFFLECK (ARMAGGEDON), Kate Winslet por KATE BACKINSALE (ANJOS DA NOITE), James Cameron por MICHAEL BAY (A ILHA) e temos o TITANIC do novo século, passado na 2ª Guerra Mundial e massageando os egos norte-americanos com seus jovens soldados, lutando e morrendo por uma causa nobre.

Contendo mais de duas horas, espectadores cansam de tanta balela e frases de efeito, apesar dos efeitos especiais criarem deleite visual impressionante, assisti-lo sem bocejar é missão ingrata a qualquer ser humano.
Pontos desnecessários – mas obrigatórios a diretores sem personalidade como BAY – são os planos abertos, com pôr do sol sempre à vista e trilhas sonoras chochas, incomodando nossos ouvidos sem dó.

As intervenções de JERRY BUCKHEIMER (produtor) são facilmente vistas dentro da película e os astros criam personagens tão irreais e robóticos, deixando claro que diretores e produtores lidam mais fácil com efeitos do que com atores.

PEARL HARBOR é produto raso, vindo num momento tão errado que tende a ser esquecido rapidamente. E AFFLECK encabeçando elenco... só poderia dar no que deu!

NOTA: 5,0
ORÇAMENTO: 135 Milhões de Dólares

domingo, junho 11, 2006

O JARDINEIRO FIEL


Cada vez que assisto um filme de FERNANDO MEIRELLES fico feliz, pois posso dizer: "Ele é brasileiro!"
O diretor tem algo encantador em seus trabalhos, então por causa dele aluguei O JARDINEIRO FIEL, sem arrependimento e com mais alegria de saber que FERNANDO nasceu aqui.
CIDADE DE DEUS e esta nova obra tem algo em comum?
As reviravoltas, os flashbacks e algumas narrações em off são iguais, mas neste roteiro MEIRELLES foi muito delicado, criando clima cativante e menos pesado.
Outro ponto foi a escolha dos atorres, pois o par principal conseguiu bela química e interpretações fabulosas, principalmente RALPH FIENNES (não preciso falar sobre a talentosíssima e Oscarizada RACHEL WEISZ).
As locações são belíssimas e apesar da maioria das filmagens se passarem no Quênia, esse desinteresse governamental citado, vale para qualquer lugar no mundo, principalmente na nossa terra.
Há muitos personagens e nomes, por isso o espectador tem que estar atento a tudo.
E não foi só a dupla principal que interagiu-se bem, pois os coadjuvantes fizeram tudo para MEIRELLES, aliás na minha opinião a Academia poderia ter colocado o diretor na disputa pelo Oscar, pois essa obra é tão poderosa e séria quanto qualquer SEGREDO DE BROCKBACK MOUNTAIN ou CRASH, mas enfim não sou eu quem decidi.
Um resumo básico só para variar: RACHEL é uma mulher de fibra que descobre empresas "usando" africanos como cobaia para remédios experimentais, estes muitas vezes causam reações irreversíveis, levando-os à morte.
Porém ela vai tão longe atrás de respostas, que acaba sendo morta, para não arruinar as indústrias farmacêuticas e diminuir seus lucros. FIENNES vai atrás de respostas para a morte da esposa e também envolve-se.
No decorrer da trama se transforma numa pessoa tão forte e bondosa quento era WEISZ.
Outra brilhante direção de nosso compatriota e interpretações dignas de aplausos, nova obra prima de MEIRELLES.

NO CAIR DA NOITE

Clichê, clichê, clichê... quem gosta de cinema e lê críticas está enjoado de ouvir esta palavra que acabou tornando-se... clichê!?
Mas não temos como negar, alguns filmes merecem recebê-la pois muitas vezes o diretor e o roteiro são tão picaretas que é difícil deixar de citá-la.

É o caso de NO CAIR DA NOITE, o suspense tem enredo de fazer rir: Uma vez, Kyle Walsh conseguiu ver a Fada do Dente e quase foi morto por ela e apenas sua namorada e o irmão dela acreditam na história. Agora, muito tempo depois, ele começa a ter visões sobre um 'apocalipse' que está perto e acabará com todos aki.

Atores e atrizes tem interpretações lamentáveis e há apenas um ou dois bons momentos, que não valem a locação e nem a perda de tempo de assisti-lo numa Tela Quenta qualquer.

Fazer algo realmente assustador com um roteiro desses é muito difícil, simplesmente pelo tema ser um tanto inacreditável, junta-se isso com efeitos especiais ridículos e teremos clichês dos piores!
Um sinônimo de vergonha alheia é assistir à cena final, tremendamente mal feita, mostrando que muitas vezes Hollywood também pode filmar algumas inutilidades.

NOTA: 1,0
ORÇAMENTO: --

quarta-feira, junho 07, 2006

O EXORCISMO DE EMILY ROSE

Baseado na história da alemã Annelise Michel, que faleceu após inúmeros exorcismos mal sucedidos, em meados de 1970, O EXORCISMO DE EMILY ROSE é outro, dos tantos ‘irmãos menores’ de O EXORCISTA, mas para quem pensava que seria apenas mais um, está redondamente enganado, pois o diretor SCOTT DERICKSON, pontua bem a discussão entre o sobrenatural e a ciência.

Os atores em cena, são competentes e seguram a obra, que tem diversas locações dentro de um tribunal, e é aí que a força de LAURA LINNEY (SOBRE MENINOS E LOBOS) e COLM FEORE (O INFORMANTE) se fortalecem e TOM WILSINSON (CONDUTA DE RISCO), mesmo tendo um personagem clichê não prejudica.

Na década de 70, num dos poucos casos reconhecidos pela Igreja Católica como exorcismo, um padre é acusado da morte de uma garota de 23 anos. Entra então no caso, a advogada Erin Bruner para defendê-lo, mesmo sem acreditar em possessões demoníacas ou coisas similares.

O cuidado de DERICKSON em pontuar tanto os momentos dramáticos, quanto a tensão nos momentos de exorcismo, fazem deste um trabalho sucinto e que, debate o tema sem entrar no campo da pieguice.

NOTA: 8,0
ORÇAMENTO: 20 Milhões de Dólares

O VIRGEM DE 40 ANOS

Li tantas matérias positivas sobre O VIRGEM DE 40 ANOS que esperava uma comédia inteligente, fora dos padrões apelativos atuais, mas de certa forma me decepcionei.

O filme tem seus pontos positivos, porém infelizmente não encontrei nenhuma novidade e STEVE CARRELL (TODO PODEROSO), continua sendo um ator ótimo, quando usado como coadjuvante.

Espectadores encontrarão alguns diálogos inspirados, que tiram boas gargalhadas, mas talvez o maior pecado tenha sido na maneira como escreveram o roteiro.
O VIRGEM DE 40 ANOS torna-se um exemplo de AMERICAN PIE para "quarentões", com humor escrachado e apelativo, interpretações espalhafatosas e muitas vezes constrangedoras.

A idéia foi genial e tudo realmente conspirava a favor do longa, mas a mão pesada do diretor JUDD APATOW e o desfecho tipicamente hollywoodiano, causam certo desconforto para quem está assistindo.

Apesar disso, CARRELL constrói bem seu personagem, e os coadjuvantes, como PAUL RUDD (O ÂNCORA), SETH ROGEN (LIGEIRAMENTE GRÁVIDOS) e CATHERINE KINNER (CAPOTE), dão conta do recado. Fica na média das comédias atuais!

NOTA: 5,0
ORÇAMENTO: 25 Milhões de Dólares

domingo, junho 04, 2006

O CÓDIGO DA VINCI

Depois de tanto burburinho da Igreja Católica, dizendo para os fiéis não lerem e não assistirem O CÓDIGO DA VINCI e um monte de gente indo contra essa imposição tosca, fui ao cinema empolgadíssimo para acompanhar as aventuras de Robert Langdon e companhia. O time envolvido era sensacional: TOM HANKS (O NÁUFRAGO), AUDREY TAUTOU (O FABULOSO DESTINO DE AMELIE POULAIN), IAN MCKELLEN (X-MEN), JEAN RENO (GODZILLA), PAUL BETTANY (CORAÇÃO DE CAVALEIRO) e ALFRED MOLINA (HOMEM ARANHA 2), sem contar RON HOWARD (UMA MENTE BRILHANTE) na direção.

Se o livro conta em detalhes minimalistas toda essa correria desenfreada de Langdon por Paris, o filme embaralha tudo, traz explicações que deixam os ‘espectadores de primeira viagem’ perdidos e parece ter uns 5 clímax durante os arrastados 150 minutos de projeção. Sem contar que AUDREY TAUTOU está deslocada e sua Sophie Neveu é uma mala sem alça.

Após a morte misteriosa do curador do Museu do Louvre, que pertencia ao Priorado de Sião, e continha um segredo guardado a sete chaves, Robert Langdon, um simbologista americano, terá que desvendar uma série de enigmas e códigos, para que este conhecimento, não caia em mãos erradas.

A fotografia e a locação são deslumbrantes, mas a essa falta de timming e de direção mais, digamos, corajosa, acabou por jogar a ação, os momentos tensos e outros quesitos, para o ralo - o longa fica melhor com a presença imponente de IAN MCKELLEN (X-MEN). Que Deus perdoe RON HOWARD.

NOTA: 5,0
ORÇAMENTO: 125 Milhões de Dólares

A NOIVA CADÁVER

Não é muito difícil perceber quando um filme é dirigido por TIM BURTON, pois ele usa sempre os mesmos artifícios técnicos e um tom meio dark, foi assim em EDWARD – MÃOS DE TESOURA, A LENDA DO CAVALEIRO SEM CABEÇA e até em A FANTÁSTICA FÁBRICA DE CHOCOLATES.

O uso de pequenas sutilezas, na criação de BURTON para diferenciar o mundo dos vivos – triste e cinzento – e o dos mortos – alegre, com cores mais vivas e intensas e uma agitação contagiante –, pega o espectador de surpresa e é potencializado pelo uso muito interessante do stop-motion.

Tirado do folclore russo, o roteiro conta a história de Victor Van Dort e Victoria Everglot, que são tímidos e de poucas palavras. O casamento, na realidade, é arranjado, pois uma família pensa que a outra pode solucionar os problemas financeiros, sem saber que ambas estão decadentes. A situação sai do controle, quando o rapaz, sem querer, evoca uma noiva que fora assassinada no dia do seu casamento e ele terá que decidir-se entre ambas.

Quinta parceria entre o diretor e JOHNNY DEPP (ED WODD), A NOIVA CADÁVER diverte e entretém, mas tem um final seco e repentino, por isso, deixa um gostinho de ‘poderia ter sido melhor’ no espectador.

NOTA: 7,0
ORÇAMENTO: --

quarta-feira, maio 31, 2006

4º OSCARZINHO

Sem dúvida este mês o CINEMA E PIPOCA deu uma erguida muito boa, conseguindo bastante visitas e comentários diversos, fico muito grato ao saber que estou conseguindo passar de forma "entendível" as minhas opiniões.
Também não posso deixar de agradecer os novos parceiros, pois é com eles que o blog está crescendo gradativamente.
Explicarei como é o OSCARZINHO para os novos visitantes: a cada 20 postagens de filmes, faço uma "premiação". Já estamos na 4ª edição e premiamos os melhores e piores em várias categorias.
Leiam, divirtam-se e expressem suas opiniões:

Pior Ação/Aventura
-FEMME FATALE
-HULK*
-+ VELOZES + FURIOSOS

Pior Cena de Ação
-Pulando com o carro no barco (+ VELOZES + FURIOSOS)
-Luta Final: Antonio Banderas vs. Rebecca Stamos (FEMME FATALE)
-Hulk escapando dos caças (HULK)*


Pior Terror/Suspense
-O CHAMADO 2
-O FILHO DE CHUCK*

Pior Ficção
-TERRA DOS MORTOS
-HULK*

Pior Animação
-MADAGASCAR
-O GALINHO CHICKEN LITTLE*

Pior Efeitos Especiais
-FEMME FATALE
-O FILHO DE CHUCK*
-HULK

Pior Maquiagem
-O FILHO DE CHUCK*
-HULK

Pior Ator Coadjuvante
-Tyrese Gibson (+ VELOZES + FURIOSOS)
-John Waters (FILHO DE CHUCK)
-Nick Nolte (HULK)*

Pior Atriz Coadjuvante
-Brook Langton (HULK)
-Jennifer Tilly (FILHO DE CHUCK)*

Pior Ator
-David Dorfman (O CHAMADO 2)
-Eric Bana (HULK)*
-Paul Walker (+ VELOZES + FURIOSOS)
-Antonio Banderas (FEMME FATALE)

Pior Atriz
-Jennifer Connely (HULK)
-Naomi Watts (O CHAMADO 2)*

Pior Revelação
-Rebecca R. Stamos (FEMME FATALE)
-Tyrese Gibson (+ VELOZES + FURIOSOS)
-Jennifer Tilly (FILHO DE CHUCK)*

Pior Roteiro
-HULK
-+ VELOZES + FURIOSOS*
-TERRA DOS MORTOS
-O FILHO DE CHUCK

Pior Diretor
-Ang Lee (HULK)*
-Lawrence A. Habbs (+ VELOZES + FURIOSOS)
-Mark Dindal (O GALINHO CHICKEN LITTLE)
-Brian de Palma (FEMME FATALE)

Pior Filme
-HULK*
-FEMME FATALE
-GALINHO CHICKEN LITTLE

As premiações dos piores:
HULK (7) - Pior Ação/Aventura - Pior Cena de Ação - Pior Ficção - Pior Ator Coadjuvante - Pior Ator - Pior Diretor - Pior Filme
O FILHO DE CHUCK (5) - Pior Terror/Suspense - Pior Efeitos Especiais - Pior Maquiagem - Pior Atriz Coadjuvante - Pior Revelação
O GALINHO CHICKEN LITTLE (1) - Pior Animação
O CHAMADO 2 (1) - Pior Atriz
+ VELOZES + FURIOSOS (1) - Pior Roteiro

Depois das decepções, iremos para as mais espetaculares obras conimatograficas que postei:

Melhor Ação/Aventura
-EU, ROBO*
-+ VELOZES + FURIOSOS
-HARRY POTTER E O CALICE DE FOGO
-TERRA DOS MORTOS
-A ILHA
-CAO DE BRIGA

Melhor Cena de Ação
-Luta no Túnel (EU, ROBO)
-Potter no "Labirinto Vivo" (HARRY POTTER E O CALICE DE FOGO)
-Destruição dos carros na ponte (A ILHA)*
-Luta Inicial (CAO DE BRIGA)

Melhor Ficção
-EU, ROBO*
-A ILHA

Melhor Terror/Suspense
-O EXORCISTA*
-TERRA DOS MORTOS
-VOO NOTURNO

Melhor Drama
-MONSTER - DESEJO ASSASSINO*
-A VIDA DE DAVID GALE

Melhor Animação
-WALLACE E GROMIT - A BATALHA DOS VEGETAIS*
-MADAGASCAR

Melhores Efeitos Especiais
-O EXORCISTA
-EU, ROBO*
-HARRY POTTER E O CALICE DE FOGO
-A ILHA
-TERRA DOS MORTOS
-LOST

Melhor Figurino
-A ILHA
-HARRY POTTER E O CALICE DE FOGO*
-EU, ROBO

Melhor Fotografia
-HARRY POTTER E O CALICE DE FOGO*
-LOST
-A ILHA

Melhor Maquiagem
-EU, ROBO
-TERRA DOS MORTOS*
-O EXORCISTA
-MONSTER - DESEJO ASSASSINO
-HARRY POTTER E O CALICE DE FOGO

Melhor Ator Coadjuvante
-Max Von Sydow (O EXORCISTA)
-Terry O'Quinn (LOST)*
-Ralph Fiennes (HARRU POTTER E O CALICE DE FOGO)
-Michael C. Duncan (A ILHA)
-Bob Hoskins (CAO DE BRIGA)

Melhor Atriz Coadjuvante
-Laura Linney (A VIDA DE DAVID GALE)
-Ellen Burstyn (O EXORCISTA)
-Christina Ricci (MONSTER - DESEJO ASSASSINO)*
-Amanda Peet (ALGUEM TEM QUE CEDER)

Melhor Ator
-Kevin Spacey (A VIDA DE DAVID GALE)*
-Matthew Fox (LOST)
-Jack Nicholson (ALGUEM TEM QUE CEDER)
-Jet Li (CAO DE BRIGA)
-Cillian Murphy (VOO NOTURNO)

Melhor Atriz
-Kate Winslet (A VIDA DE DAVID GALE)
-Linda Blair (O EXORCISTA)
-Charlize Theron (MONSTER - DESEJO ASSASSINO)*
-Evangeliny Lilly (LOST)
-Diane Keaton (ALGUEM TEM QUE CEDER)
-Scarllet Johansson (A ILHA)

Melhor Revelação
-Daniel Redcliffe (HARRY POTTER E O CALICE DE FOGO)
-Linda Blair (O EXORCISTA)*
-Josh Holoway (LOST)

Melhor Roteiro
-A VIDA DE DAVID GALE
-EU, ROBO
-MONSTER
-HARRY POTTER E O CALICE DE FOGO
-A ILHA
-CÃO DE BRIGA
-LOST*

Melhor Diretor
-Alan Parker ( VIDA DE DAVID GALE)
-Alex Proyas (EU, ROBO)
-Willian Friedkin (O EXORCISTA)*
-Patty Jenkins (MONSTER - DESEJO ASSASSINO)
-Mike Newell (HARRY POTTER E O CALICE DE FOGO)
-Michael Bay (A ILHA)
-J.J. Abrams (LOST)
-George Romero (TERRA DOS MORTOS)
-Louis Leterrier (CAO DE BRIGA)

Melhor Filme
-EU, ROBO
-O EXORCISTA
-MONSTER - DESEJO ASSASSINO*
-HARRY POTTER E O CALICE DE FOGO
-A ILHA
-CAO DE BRIGA

As premiações terminaram assim:
MONSTER - DESEJO ASSASSINO (4) - Melhor Drama - Melhor Atriz Coadjuvante - Melhor Atriz - Melhor Filme
EU, ROBO (3) - Melhor Ação/Aventura - Melhor Ficção - Melhor Efeitos Especiais
O EXORCISTA (3) - Melhor Terror/Suspense - Melhor Revelação - Melhor Diretor
HARRY POTTER E O CALICE DE FOGO (2) - Melhor Fotografia - Melhor Figurino
LOST (2) - Melhor Ator Coadjuvante - Melhor Roteiro
A ILHA (1) - Melhor Cena de Ação
WALLACE E GROMIT - A BATALHA DOS VEGETAIS (1) - Melhor Animação
TERRA DOS MORTOS (1) - Melhor Maquiagem
A VIDA DE DAVID GALE (1) - Melhor Ator

E esta foi mais uma edição do OSCARZINHO. Aguardem as próximas 20 postagens que estou ancioso por mais.
Ah, e muito obrigado pelas visitas, fico contente em saber que o CINEMA E PIPOCA está agradando.

O EDITOR

MONSTER - DESEJO ASSASSINO

Por mais arrebatadora que tenha sido a interpretação de CHARLIZE THERON (AEON FLUX), neste drama intenso e baseado em fatos reais, MONSTER – DESEJO ASSASSINO só tem isso como válvula de escape, até porque PETTY JENKINS, usa e abusa da qualidade interpretativa da loira, para levar uma visão suja e desesperadora de Aileen.

Considerada a primeira serial killer dos Estados Unidos, Aileen foi vítima de abuso sexual quando criança e tornou-se uma jovem prostituta. Logo após tentar suicídio, conhece Selby e começa uma relação complicada com a garota. Após outro serviço, Aileen assassina seu cliente e gera uma onde de mortes.

Cabe ao espectador tentar entrar no clima pesado, que por vezes, ultrapassa os limites ideais, fora que CHRISTINA RICCI (MEDO E DELÍRIO), oscila muito em sua interpretação, causando, também, certo desconforto.
MONSTER – DESEJO ASSASSINO é mais frágil do que esperava, mas a transformação de THERON faz valer cada centavo da locação.

NOTA: 6,5
ORÇAMENTO: --

domingo, maio 28, 2006

FEMME FATALE

BRIAN DE PALME, o diretor do primeiro MISSÃO IMPOSSÍVEL trabalha em mais uma ação, desta vez com ANTONIO BANDERAS (A BALADA DO PISTOLEIRO) e REBECCA STAMOS (a Mística de X-MEN), mas não consegue mostrar a mesma desenvoltura.

A produção é sensualíssima - a loira arrasa, com direito a dança, striptease e beijo lésbico -, é explosiva mas com um roteiro que fica totalmente capenga e difícil de engolir.
BANDERAS não consegue uma interpretação natural, parecendo incomodado frente às câmeras, já REBECCA tenta fazer sua parte, mas é dificil levar uma produção sozinha, principalmente com um roteiro desses.

Sinceramente não sei o que DE PALMA quis contar com toda essa trama, que começa estranho e termina mais ainda. E nem as seqüências de ação dão aliviam esse cansativo produto.

Após um assalto bem sucedido, a ladra Laura Ash, resolve aposentar-se. Tenta então fugir das câmeras e ficar o mais longe possível de confusão. Mas ao ser seguida por um paparazzi, sua imagem é exposta novamente e terá que usar toda sua experiência para 'sumir do mapa' outra vez.

Tem momentos belíssimos, mas é tendencioso e muito burocrático... fica para a próxima DE PALMA!

NOTA: 4,5
ORÇAMENTO: 35 Milhões de Dólares

CÃO DE BRIGA

cinemacomrapadura.com.brOk, a premissa é completamente bizarra, mas não é que CÃO DE BRIGA funciona muito bem e o diretor LOUIS LETERRIER (CARGA EXPLOSIVA) amarra todas as pontas direitinho!
Os momentos de pancadaria são bem coreografados e JET LI (ROMEU TEM QUE MORRER) é péssimo nos momentos dramáticos, mas deixa claro a habilidade nas artes marciais.

Talvez, a obra tenha ganhado ainda mais valor pois os talentosíssimos MORGAN FREEMAN (MENINA DE OURO) e BOB HOSKINS (CÍRCULO DE FOGO) dão seriedade e sagacidade quando necessário.

Desde jovem, Danny foi criado como um cão e aprendeu a lutar, mas acabou escapando de seu ‘dono’ após um acidente de carro.
Agora, estão à caça dele, pois há um meio para que toda sua fúria seja libertada e os chefões não querem que ninguém descubra.

Agora, você caro leitor, deve estar pensando: “mas que loucura é essa, como pode ser bom um roteiro desses ?”, tudo isso pela sincronização e entrega dos envolvidos, pois HOSKINS é caricato e exagerado, FREEMAN um ceguinho 'gente boa' e LI o acrobata.
Ação que respeita a inteligência do espectador, e atualmente para mim, isso já é o suficiente!

NOTA: 7,5
ORÇAMENTO: 45 Milhões de Dólares

quarta-feira, maio 24, 2006

VÔO NOTURNO

Depois de me arrepender amargamente por ir ao cinema e pagar para assistir toda besteira de AMALDIÇOADOS, WES CRAVEN voltou com outra tentativa no mesmo gênero. Porém o diretor não consegue desvencilhar-se dos paranóicos clichês que ele mesmo reinventou em PÂNICO.

O roteiro de VÔO NOTURNO, se passa dentro de um avião, onde duas pessoas se conhecem e uma delas começa um jogo perturbador. CILLIAN MURPHY (BATMAN BEGINS) diz ter sequestrado o pai de RACHEL MCADAMS (PENETRAS BONS DE BICO), então a jovem terá que ajudá-lo a finalizar seus planos.

Se compararmos VÔO NOTURNO com PÂNICO perceberemos algumas igualdades, como por exemplo: 1º) o assassino mexe com o psicológico da vítima, para perturbá-la;
2º) a protagonista é mulher;
3º) na hora do desespero vale jogar cadeiras, extintores, sem contar os inúmeros tombos tanto da vítima quanto do assassino;
4º) o final feliz e uma piadinha banal pouco antes dos créditos subirem.

Talvez a única diferença visível é a falta daquela máscara, normalmente usada pelo "cara do mal". Porém há coisas positivas, como: num espaço fechado o diretor prende o espectador com ângulos interessantes e os atores, neste jogo de gato e rato mostram ter talento, usando muito bem seu carisma.
Para os fãs é uma boa pedida, para o resto da 'galera', mais um filme que, depois de cinco minutos, será completamente deletado do seu cérebro.

NOTA: 5,0
ORÇAMENTO: 25 Milhões de Dólares

MADAGASCAR

adorocinema.comApós a Pixar entrar definitivamente no mercado das animações e ganhar a liderança do público e da crítica mundial com TOY STORY, MONSTROS SA e etc., coube às outras produtoras correrem atrás do prejuízo e suarem um bocado para recuperarem o espaço perdido.

Desde o primeiro momento, percebemos que MADAGASCAR vem para agradar, quase que exclusivamente ao público infantil, pois tem lições de moral rasas e usadas tantas vezes anteriormente, com os bichos em situações por vezes previsíveis e um roteiro oscilante ao extremo. Mas uma ou outra tirada, nos faz abrir um sorriso satisfeito e por isso, a película não é total perda de tempo.

Alex, um leão, que é a atração principal do zoológico, foge para conhecer outros lugares e, com isso, seus amigos (a zebra Marty, a girafa Melman e o hipopótomo Glória) vão atrás para buscá-lo.
Depois de criarem um tumulto generalizado no centro da cidade, um grupo de defensores dos direitos dos animais, decide ‘despachá-los’ para a África, mas um acidente no caminho, os faz perder a direção e acabam parando na ilha que dá nome ao filme.

O estilo bem cartunesco agrada demais, o tratamento em relação a trilha sonora, modelagem dos personagens e do ambiente que o cercam, estão ótimos, mas faltou uma pitada de novidade. Longe de mim, menosprezar tal trabalho, mas, depois da Pixar, inovar esse gênero ficou imensamente difícil, cruel e injusto.

NOTA: 6,0
ORÇAMENTO: --

domingo, maio 21, 2006

O EXORCISTA

cineplayersMoldar um filme de terror, que não caia nas pastelices costumeiras, sempre foi uma missão quase impossível para os profissionais do meio cinematográfico.
Talvez antigamente, eles tivessem menos medo de errar e, por isso, obras primas como O BEBÊ DE ROSEMARY, PSICOSE, A PROFECIA e outros, tenham se dado tão bem.

Outro exemplo clássico é O EXORCISTA, que é, sem sombra de dúvida, o ápice do gênero, um típico produto que vai além e fica ‘martelando’ em nossas mentes, mesmo depois dos créditos finais subirem.
Há dezenas de momentos antológicos nesta película - a garota girando a cabeça, a cena da 'masturbação com o crucifixo, a cama balançando freneticamente, para citar alguman -, dirigida com maestria por WILLIAN FRIEDKLIN (OPERAÇÃO FRANÇA) e nada é gratuito.

Se não fosse bem conduzido, o roteiro seria mais do mesmo, porém todo clima e tensão construídos ali, ainda nos fazem gelar a espinha e a cada olhar hipnótico da garotinha Regan, quando está possuída, parece entrar dentro de nossa alma e mexer com nossos sentidos.

No início, vemos um padre no Iraque, desenterrando algo no meio da areia. Nos Estados Unidos, uma atriz percebe mudanças no comportamento da filha. Diversos exames são feitos, mas os diagnósticos nunca são precisos.
Numa noite, a cama de Regan começa balançar sozinha e outros móveis saem do lugar... daí a descobrirem a inevitável possessão é questão de minutos e um padre é chamado e aceita fazer o exorcismo da menina.

Muito além dos exemplares atuais – onde é mostrado mais sangue do que terror, propriamente dito – LINDA BLAIR, FRIEDKLIN e companhia protagonizam um clássico perfeito, uma obra prima corajosa, um filme para se ver e rever!

NOTA: 10,0
ORÇAMENTO: 8,5 Milhões de Dólares

EU, ROBO

www.daniel-xavier.comWILL SMITH (MIB – HOMENS DE PRETO) é o grande Midas do entretenimento na atualidade. Todos os seus trabalhos são sinônimo de sucesso absoluto, de bilheterias gigantescas e de atuações, no mínimo convincentes.
Já, ALEX PROYAS é um diretor semi-desconhecido, que tem no currículo o simpático O CORVO. Os dois juntaram-se e estão à frente da ficção científica EU, ROBÔ.

A ambientação lembra um pouco MINORITY REPORT, mas as semelhanças param por aí. A junção entre computação gráfica e seres reais é perfeita e o roteiro redondíssimo de AKIVA GOLDSMAN (inspirado no livro de mesmo nome, escrito pelo Deus da ficção científica, ISAAC ASIMOV), pode ser um pouco exagerado em certos momentos, mas os acertos extrapolam estes pequenos deslizes.

Com certas ‘licenças’ em relação à obra original, a história se passa num futuro não muito distante, onde somos dependentes dos robôs para tudo.
Uma nova geração destes humanóides é criado, porém algo acontece e Spooner se vê envolvido numa trama de conspiração, onde as máquinas querem exercer a superioridade sobre nós.

Os temas levantados são interessantes e mesclando isso, com o carisma de SMITH, fica difícil não sair da sessão com um sorriso satisfeito.
Outro ponto a se destacar é a genialidade na personificação de Sonny. É de blockbusters assim que precisamos daqui para frente!

NOTA: 9,0
ORÇAMENTO: 105 Milhões de Dólares

quarta-feira, maio 17, 2006

TERRA DOS MORTOS

Temos que respeitar e reverenciar GEORGE ROMERO, pois foi este senhor, que praticamente criou toda a mitologia dos zumbis que conhecemos hoje.
Assim como em sua trilogia mais famosa A NOITE DOS MORTOS VIVOS, O DESPERTAR DOS MORTOS e O DIA DOS MORTOS, ele traz em TERRA DOS MORTOS, uma crítica social bem bolada e dinâmica.

A maquiagem dos monstros está perfeita, assim como a violência esteticamente interessante, - isso acaba deixando ROMERO ‘brincar’ da maneira mais livre possível.
Os astros do calibre de DENIS HOOPER (SEM DESTINO) e JOHN LEGUIZAMO (O PESTE), são presas interessantes para os mortos-vivos e a cada mordida vista, eu vibrava, pois não é todo dia que vemos um mestre em ação.

Poucos humanos restaram na face da Terra, pois os zumbis tomaram conta de assalto e hoje, os sobreviventes vivem num local cercado, tendo suas próprias leis e sendo divididos por ‘classe econômica’.
Vendo a evolução constante dos zumbis, alguns lixeiros decidem lutar contra esse horda de seres abissais.

TERRA DOS MORTOS é a ressurreição de um gênero que estava praticamente morto e enterrado, mas que volta em grande estilo... para os fãs, um prato cheio!

NOTA: 7,0
ORÇAMENTO: 18 Milhões de Dólares

CHAVE MESTRA

A CHAVE MESTRA serve de exemplo para tantos outros 'modelos' de suspenses atuais, que tem bons ingredientes para um belo filme, mas sempre acaba faltando algo. Pois vejamos: o clima é tenso, há personagens interessantes e uma mulher como protagonista.

O maior pecado do diretor IAIN SOFTLEY é não conseguir posicionar-se entre drama, terror ou suspense tornando sua obra por muitas vezes entediante.

KATE HUDSON (COMO PERDER UM HOMEM EM 10 DIAS) empresta sua beleza à personagem principal, só que nem seu esforço ajuda e o roteiro abre várias lacunas que não se fecham completamente ao final.

Os flashbacks confundem ainda mais a cabeça do espectador. Se estiver atrás de suspense com "S maiúsculo", talvez terá uma grande decepção, pois A CHAVE MESTRA cria todo clima para o medo e, no decorrer dos minutos, infelizmente tudo se perde na maré das boas intenções.

Provavelmente seremos obrigados a continuar assistindo O CHAMADO, se quisermos produções atuais do gênero com qualidade, já que exemplos ruins nós temos de sobra, como O CHAMADO 2, VISÕES, OS ESQUECIDOS, etc, etc, etc.
Percebemos desde o início o "tiro no escuro" de SOFTLEY, este provavelmente tentou mexer com o psicológico dos espectadores e acabou pecando nesta escolha.

NOTA: 4,5
ORÇAMENTO: 43 Milhões de Dólares

domingo, maio 14, 2006

+ VELOZES + FURIOSOS

maaaaarcus.files.wordpress.comEra uma questão de tempo para que VELOZES E FURIOSOS ganhasse uma continuação. E eis que o segundo episódio surge, sem Vin Diesel, sem grande parte da química vista anteriormente e sem lógica nenhuma.
JOHN SINGLETON (OS DONOS DA RUA) é um diretor fraco e, em suas mãos até as seqüências de ação são arruinadas.

Os carrões estão lá, desde os segundos iniciais, mas sem um roteiro competente (a dupla de roteiristas, MICHAEL BRANDT e DEREK HAAS, é péssima), + VELOZES + FURIOSOS, torna-se pretensioso demais, e os protagonistas também colocam a película na ‘beira do abismo’, pois PAUL WALKER (RESGATE ABAIXO DE ZERO) e TYRESE, não tem um mínimo de talento.

Brian O'Conner se aventurará novamente e tentará infiltrar-se no sub-mundo de Carter Verone, um famoso contrabandista.
Terá a ajuda do amigo Roman Pearce e da agente Mônica Fuentes (EVA MENDES em modelitos deliciosos), que leva um relacionamento falso com o bandido.

Muita correria, muito nitro, muitas mulheres e pouca inteligência, fazem deste, um exemplo claro de como ganhar dinheiro fácil, às custas de uma franquia de sucesso.
Arrecadou muito bem nas bilheterias, e tem um 3º ‘capítulo’ engatilhado... agora, só nos resta esperar!

NOTA: 3,0
ORÇAMENTO: 76 Milhões de Dólares

quarta-feira, maio 10, 2006

O CHAMADO 2

itapevacity.com.brNeste mundo cinematográfico, os produtores realmente pensam com os bolsos e não com a cabeça, só assim para explicar uma continuação de O CHAMADO.
O primeiro episódio, foi um suspense interessante e ganhou nossa atenção por trazer elementos pouco usados aqui no Ocidente, rendendo uma bilheteria impressionante.

Nesta seqüência, sai Gore Verbinski da cadeira de direção e entra HIDEO NAKATA (criador da produção original), “presenteando” NAOMI WATTS (KING KONG) com uma personagem inútil, amedrontada e patética - não parece em nada a mesma personagem do primeiro filme - e tendo sempre ao lado seu filho, tão – ou mais - estranho quanto o fantasma de Samara.
Quando sobem os créditos, o espectador sente-se como se presenciasse um dejá-vu.

Agora Samara não precisa mais da fita para espalhar o medo – e sua longa cabeleira – nas pessoas, podendo vagar livremente por aí. E só Rachel Keller (nossa heroína de plantão) resolverá o mistério novamente, usando toda experiência que tem.

NAKATA pode retornar ao oriente e continuar a carreira por lá, pois não tem o mínimo espaço na indústria norte-americana. O CHAMADO 2 é inútil.

NOTA: 3,5
ORÇAMENTO: --

A VIDA DE DAVID GALE

Você é contra ou a favor da pena de morte? David Gale era contra e fez tudo para conseguir mostrar ao mundo que isso não levava a nada.
A VIDA DE DAVID GALE é um drama muito envolvente, que chama atenção pela forma brutal de seu desfecho, totalmente imprevisível.

O belo elenco encabeçado por KATE WINSLET (TITANIC), KEVIN SPACEY (BELEZA AMERICANA) e a sempre ótima LAURA LINNEY (SOBRE MENINOS E LOBOS) deixam essa obra ainda mais emocionante, intrigante e tensa.

Provavelmente esta tenha sido a melhor interpretação de WINSLET até agora, pois está mais convincente e madura do que na época do mega-sucesso TITANIC.
SPACEY coloca todo o drama de um homem inocente (pelo menos é o que parece no início), que tem como único objetivo conseguir o corte das penas de morte.
Por útlimo LINNEY, uma das atrizes mais talentosas de Hollywood, cria outra personagem que, se não é inesquecível, ao menos faz seu papel com louvor.

Com cenas e diálogos fortes, a produção consegue se colocar intensamente contra o tema abordado, fazendo o espectador quase ter pena de Gale e pautando corretamente suas atitudes, no mínimo desesperadas.

Apesar da superação de SPACEY e WINSLET, temos que reconhecer o talento (como já foi dito) da fantástca LAURA LINNEY.
Bela e imprevisível produção, com um tema amplamente polêmico e sempre discutível, vale a conferida.

NOTA: 7,0
ORÇAMENTO: --

sábado, maio 06, 2006

HARRY POTTER E O CÁLICE DE FOGO

O bruxo mais querido dos cinemas volta para sua quarta aventura, nos mostrando uma ação muito envolvente e como sempre cheia de reviravoltas e descobertas surpreendentes.
Com a participação especial de RALPH FIENNES, carregando uma maquiagem pesada para interpretar o Lorde Voldemort e o trio principal, ainda mais à vontade, O CÁLICE DE FOGO é uma bela adição à mitologia de Harry Potter.

Nunca li nenhum livro, só acompanho as aventuras de POTTER nos cinemas, mas ninguém precisa ser leitor assíduo para perceber a fidelidade dos filmes em relação aos livros.

Com o início do Torneio Tri-Bruxo, HARRY é escolhido para representar Hogwarts, tentando ganhar o Cálice de Fogo. As provas são dificílimas e se tornam o ponto alto por aqui, trazendo-nos um fantástico dragão, o labirinto medonho que muda de direção e várias outras provas. Porém isto é apenas disfarce para ressuscitar Voldemort, que 'dormia' a algum tempo.

"Anos dificeis estão por vir"diz um dos personagens e eu digo: difíceis para eles, porque para nós, espectadores, serão ótimos tempos, pois daí poderemos ver Potter evoluir ainda mais, tendo seus filmes melhorados a cada lançamento.

A computação gráfica está fantástica, principalmente na criação do Barco que sai das águas e traz os alunos de outras escolas - uma vaga no Oscar da categoria já tem dono.
Apesar deste ano não haver lançamentos de livros ou produções para o cinema, os "seguidores" poderão se tranquilizar, pois um box será colocado à venda com oito DVDs (os quatro filmes e o resto extras). Deliciem-se com a obra de J. K. ROWLING.

NOTA: 8,0
ORÇAMENTO: 150 Milhões de Dólares

O FILHO DE CHUCK

O diretor tem que ser muito bom, para mesclar terror e comédia num único filme, pois a facilidade de ter um deslize no decorrer da projeção é grande.
BRINQUEDO ASSASSINO apavorou muito gente, mas há tempos perdeu força e hoje (assim como Freddy e Jason), não passa de um ‘fantoche’.

DON MANCINI, não satisfeito em ter somente Chucky e sua noiva matando os pobres mortais, dá aos bizarros personagens um filho.
Das duas uma, ou você ama e ri das piadas e das tiradas do roteiro ou odeia e nem chega ao final da projeção. Particularmente, levei numa boa e até me diverti, mas se tivesse fosse 10 minutos mais longo, não me responsabilizaria por meus atos.

Glen, ófão de Chucky e Tiffany, aproveita a ótima oportunidade de ressuscitar seu pai – o plano fica ainda mais fácil, pois Hollywood está gravando um filme sobre seu o ‘boneca defunto’.
Após a onda de assassinatos, os dois entram em conflito, pois Glen não quer seguir o caminho do pai e Tiffany, acaba se deslumbrando pela atriz Jennifer Tilly, que estrela a ‘biografia’ de Chucky.

Tudo muito trash, tudo muito tosco... é uma produção que os críticos torcem o nariz e a galera adora. Para o bem ou para o mal, O FILHO DE CHUCKY vem para provar que essa família estranha ainda rende bem nas bilheterias!

NOTA: 6,0
ORÇAMENTO: --

quarta-feira, maio 03, 2006

ALGUEM TEM QUE CEDER

Se os adolescentes têm as peripécias de AMERICAN PIE nos cinemas, faltava uma comédia descompromissada para o público, digamos, mais ‘vivido’. Não falta mais!
ALGUÉM TEM QUE CEDER, apesar de ter uma premissa um tanto ultrapassada, consegue dialogar bem com o espectador.

JACK NICHOLSON (UM ESTRANHO NO NINHO) e a bela DIANE KEATON (O PODEROSO CHEFÃO), redescobrem o amor, após várias confusões e diálogos inspirados.
Some isso com KEANU REEVES (MATRIX), que flerta com a personagem de KEATON e AMANDA PEET (MEU VIZINHO MAFIOSO), meio sem função no roteiro e uma direção sem grandes problemas de NANCY MEYERS (O PAI DA NOIVA) e está pronto.

Harry Sanborn é um ricaço charmoso, que adora sair com mulheres mais jovens. Quando ele começa a namorar Marin, os conflitos se amontoam e ele acaba conhecendo Erica, mãe de Marin, que é uma escritora, completamente dedicada ao trabalho e daí, para entender o que vai rolar, é fácil.

Apesar da segunda metade de ALGUÉM TEM QUE CEDER, dar uma escorregada, foi interessante ver estes grandes nomes de Hollywood envolvidos num projeto um tanto diferente que os de costume.
Tira boas gargalhadas e tem seqüências antológicas... pena que faltou um tempero final, mas vale a dica.

NOTA: 7,5
ORÇAMENTO: --

segunda-feira, maio 01, 2006

HULK

cinemaclick.com.br
Marcado para ser o retorno triunfal de um dos heróis mais famosos do mundo das histórias em quadrinhos, ANG LEE (O SEGREDO DE BROKEBACK MOUNTAIN) tinha a difícil missão de transpor para as telas as aventuras do “Gigante Esmeralda”. Justo ele, um diretor que sempre propôs uma visão mais delicada e sutil em sua filmografia.

ERIC BANA (MUNIQUE), encabeça elenco frouxo e faz o possível para não parecer tão deslocado frente ao roteiro sonolento de JOHN TURMAN e MICHAEL FRANCE.
JENNIFER CONNELY (A CASA DE AREIA E NÉVOA), vai para o mesmo caminho e como coadjuvante, peca pela inexpressividade. Há ainda outros nomes de peso (SAM ELLIOTT, JOSH LUCAS e NICK NOLTE), inertes nos 137 minutos do longa.

Bruce Banner é um cientista, que após um acidente no laboratório acaba sendo geneticamente modificado pelos raios gama, transformando-se numa monstruosa criatura quando fica nervoso. Achando ser uma ameaça à população, Ross convoca todo exército norte-americano para aniquilá-lo – mesmo à contra gosto da filha Betty.

A imensa demora na aparição de HULK, os efeitos especiais difíceis de engolir, seus pulos quilométricos e a carga dramática equivocada, fazem do blockbuster uma enorme decepção, principalmente para os fãs. Não esperem uma continuação.

NOTA: 3,0
ORÇAMENTO: 120 Milhões de Dólares

terça-feira, abril 25, 2006

A ILHA

cinemacomrapadura.com.brOk, é bem verdade que MICHAEL BAY (ARMAGEDON) é tão megalomaníaco quanto Roland Emmerich, é verdade também que não sabe dirigir atores, e que o grande prazer dele é ver tudo voar pelos ares, sem explicações plausíveis.
A ILHA, seu projeto mais novo, tem tudo isso, mas ao contrário das outras produções assinadas por ele, diverte e surpreende.

Calcado na presença robótica, mas correta de EWAN MCGREGOR (MOULIN ROUGE), a ambientação quase deixa o espectador hipnotizado – apesar de já termos visto algo semelhante anteriormente – e toca num tema bastante interessante: a clonagem de seres humanos e suas implicações.

Lincon Six Echo é outro (suposto) sobrevivente de um mundo devastado, que mora num complexo subterrâneo, para fugir da contaminação que tomou conta da superfície terrestre.
Há um sorteio, onde quem ganha, é transferido para uma ilha paradisíaca, mas Lincon começa a questionar-se sobre tudo que o cerca e foge, levando consigo a amiga Jordan Two Delta (interpretada por SCARLETT JOHANSSON).

Neste instante, BAY chega onde queria e destoa seu arsenal de perseguições mirabolantes, aventura de tirar o fôlego e, um acidente de carro em especial, espetacular.
A ILHA tem furos enormes no roteiro, não aprofunda-se na questão levantada, os coadjuvantes são fracos, mas ao menos entretêm. Valeu a tentativa, mas nunca esperem uma obra prima do diretor!

NOTA: 7,5

ORÇAMENTO:126 Milhões de Dólares

quarta-feira, abril 19, 2006

WALLACE E GROMIT - A BATALHA DOS VEGETAIS

www.adorocinema.com.brQuando WALLACE E GROMIT - A BATALHA DOS VEGETAIS foi premiado como melhor animação na noite do Oscar, fiquei um tanto desapontado, pois particularmente preferiria A NOIVA CADÁVER de Tim Burton - mas naquela "altura do campeonato", ainda não tinha assistido ao primeiro (os dois aliás, usam a mesma técnica de stop-motion).

Após vê-lo, mudei de opinião e com um roteiro inteligente e algumas reviravoltas bacanas, o entretenimento trás grandes performances dos diretores STEVE BOX e NICK PARK, da equipe de montagem, de efeitos, enfim de todos os envolvidos no demorado e minucioso projeto (os extras trazem todo cuidado e preparo para criação de cenários e dos bonecos).

Com a chegada do Concurso dos Legumes Gigantes, o inventor Wallace, que vive com o cão Gromit, cria uma máquina para capturar os coelhos que devoram as plantações.
Surge então uma fera que destrói tudo à noite... Agora Wallace fará de tudo para descobrir meios de pará-la.

Os personagens principais são tão ágeis e engraçados que fazem A BATALHA DOS VEGETAIS fluir ainda melhor, sem precisar apegar-se em bichinhos fofinhos ou numa caracterização mais, digamos, comum. Vá e veja sem medo, ótimo exemplo de boa animação.

NOTA: 8,0
ORÇAMENTO: 30 Milhões de Dólares

segunda-feira, abril 17, 2006

O GALINHO CHICKEN LITTLE

www.adorocinema.com.brQuando um protagonista não é suficientemente forte, o diretor terá trabalho em dobro para fazer sua obra funcionar.
Imagine portante se a família super poderosa de OS INCRÍVEIS, fosse robótica e sem senso de humor ou se os monstrengos em MONSTROS S.A. tivessem diálogos inúteis, toda aquela computação gráfica magnífica seria mero detalhe.

E beleza gráfica é a única coisa que salva O GALINHO CHICKEN LITTLE, produção que peca pelos inúmeros excessos do roteiro e por conter um personagem principal tão sem graça, que irrita - isso vale também aos coadjuvantes.
Poderá agradar as crianças, pelas cores fortes e chamativas, mas sem a genialidade da Pixar, a Disney volta ser um estúdio como outros tantos.

Após confundir um pedaço de avelã, com uma nuvem e dizer a todos que o céu está caindo, o Galinho perde todo crédito quando a verdade vem à tona.
E agora que realmente um pedaço do céu cai em sua cabeça, precisa encontrar alguma forma para crerem nele.

Até a trilha sonora (ponto pelo qual a produtora sempre teve sucesso) que acompanha a película, é sonolenta, fazendo com que os noventa minutos passem, como se fossem cinco horas. Decepção total!

NOTA: 3,5
ORÇAMENTO: 60 Milhões de Dólares

quarta-feira, abril 12, 2006

3º OSCARZINHO

No 1º OSCARZINHO recebi elogios e fiquei contente, pois gostaria de saber a repercussão do quadro (mesmo sendo pequena), na 2ª edição houve um debate legal entre eu (O EDITOR) e alguns visitantes que gostaram de AS BRANQUELAS e me perguntavam porque era a pior comédia. Agora vamos para o 3º esperando cada vez mais comentários, positivos ou não!
A novidade fica por conta de uma adição nas categorias (MELHOR E PIOR MAQUIAGEM).

Pior Ação / Aventura
-OS ESQUECIDOS
-12 HOMENS E OUTRO SEGREDO*

Pior Cena de Ação
-Correndo dos Et’s (OS ESQUECIDOS)*
-Roubando o banco (12 HOMENS E OUTRO SEGREDO)

Pior Terror
-VISÕES
-VISÕES 2*
-A VILA
-REENCARNAÇÃO
-OS ESQUECIDOS

Pior Ator Coadjuvante
-Yu Gu (VISÕES 2)*
-Brad Pitt (12 HOMENS E OUTRO SEGREDO)
-Danny Huston (REENCARNAÇÃO)

Pior Atriz Coadjuvante
-Lauren Bacall (REENCARNAÇÃO)*
-Jéssica Hecht (OS ESQUECIDOS)
-Catherine Zeta Jones (12 HOMENS E OUTRO SEGREDO)

Pior Ator
-Bo-Lin Chen (VISOES 2)
-George Clooney (12 HOMENS E OUTRO SEGREDO)
-Cameron Bright (REENCARNAÇÃO)*
-Joaquim Phoenix (A VILA)
-Christopher Kovaleski (OS ESQUECIDOS)

Pior Atriz
-Nicole Kidman (REENCARNAÇÃO)
-Eugenia Yuan (VISOES)*
-Juliane Moore (OS ESQUECIDOS)

Pior Efeitos Especiais
-OS ESQUECIDOS
-VISOES
-VISOES 2*

Pior Maquiagem
-VISOES
-VISOES 2*

Pior Revelação
-Cameron Bright (REENCARNAÇÃO)*
-Bo-Lin Chen (VISOES 2)
-Eugenia Yuan (VISOES)

Pior Roteiro
-REENCARNAÇÃO
-A VILA*
-OS ESQUECIDOS

Pior Diretor
-Jonathan Glazer (REENCARNAÇÃO)
-M. Night Shyamalan (A VILA)
-Joseph Ruben (OS ESQUECIDOS)
-Irmãos Pang (VISOES 2)*

Pior Filme
-REENCARNAÇÃO
-A VILA
-OS ESQUECIDOS
-VISÕES 2*

E a premiação dos piores ficou assim:
12 HOMENS E OUTRO SEGREDO: Pior Ação / Aventura (1)
OS ESQUECIDOS: Pior Cena Ação (1)
VISÕES: Pior Atriz (1)
VISÕES 2: Pior Terror / Suspense – Pior Ator Coadjuvante – Pior Efeitos Especiais – Pior Maquiagem – Pior Diretor – Pior Filme (6)
REENCARNAÇÃO: Pior Atriz Coadjuvante – Pior Ator – Pior Revelação (3)
A VILA: Pior Roteiro (1)

Depois de mostrar as grandes “falhas” de Hollywood, traremos as grandes obras de lá:

Melhor Ação / Aventura
-REFÉM
-CRUZADA
-11 HOMENS E UM SEGREDO
-A INTERPRETE
-DOOM – A PORTA DO INFERNO
-SEVEN – OS SETE CRIMES CAPITAIS*

Melhor Cena de Ação
-Tentativa de Resgate (REFEM)
-Última batalha entre Coréia do Sul e Coréia do Norte (A IRMANDADE DA GUERRA)*
-Explosão no Ônibus (A INTERPRETE)
-THE ROCK vs. KARL URBAN (DOOM – A PORTA DO INFERNO)
-Perseguição ao Suspeito (SEVEN – OS SETE CRIMES CAPITAIS)

Melhor Ficção
-DOOM – A PORTA DO INFERNO*
-OS ESQUECIDOS


Melhor Terror / Suspense
-DOOM – A PORTA DO INFERNO
-A VILA
-VISÕES
-ESPIRITOS – A MORTE ESTA AO SEU LADO*
-SEVEN – OS SETE CRIMES CAPITAIS

Melhor Drama
-O PIANISTA
-A LISTA DE SCHINDLER*
-A IRMANDADE DA GUERRA

Melhor Guerra
-A LISTA DE SCHINDLER
-A IRMANDADE DA GUERRA*

Melhor Comédia
-MATADORES DE VELHINHAS*
-PROCURA-SE U AMOR QUE GOSTE DE CACHORROS

Melhor Efeitos Especiais
-DOOM – A PORTA DO INFERNO
-REFEM
-ESPIRITOS – A MORTE ESTA AO SEU LADO
-CRUZADA*

Melhor Figurino
-O PIANISTA
-CRUZADA
-A VILA
-A LISTA DE SCHINDLER*
-A IRMANDADE DA GUERRA
-MATADORES DE VELHINHAS


Melhor Fotografia
-O PIANISTA
-CRUZADA
-A VILA*
-A LISTA DE SCHINDLER
-A IRMANDADE DA GUERRA

Melhor Maquiagem
-CRUZADA
-A VILA
-ESPIRITOS – A MORTE ESTA AO SEU LADO
-SEVEN – OS SETE CRIMES CAPITAIS*

Melhor Ator Coadjuvante
-Edward Norton (CRUZADA)
-Adrien Brody (A VILA)*
-Weon Been (A IRMANDADE DA GUERRA)
-Marlon Wayans (MATADORES DE VELHINHAS)
-Morgan Freeman (SEVEN – OS SETE CRIMES CAPITAIS)

Melhor Atriz Coadjuvante
-Emilia FOx (O PIANISTA)*
-Jane Talley (REFEM)
-Eva Green (CRUZADA)
-Gwyneth Paltrow (SEVEN – OS SETE CRIMES CAPITAIS)

Melhor Ator
-Adrien Brody (O PIANISTA)
-Bruce Willis (REFEM)
-Liam Neeson (A LISTA DE SCHINDLER)
-Jang Dong-keon (A IRMANDADE DA GUERRA)*
-Tom Hanks (MATADORES DE VELHINHAS)
-Sean Peen (A INTERPRETE)
-Brad Pitt (SEVEN – OS SETE CRIMES CAPITAIS)

Melhor Atriz
-Marva Munson (MATADORES DE VELHINHAS)
-Nicole Kidman (A INTERPRETE)*
-Diane Lane (PROCURA-SE UM AMOR QUE GOSTE DE CACHORROS)

Melhor Revelação
-Adrien Brody (O PIANISTA)*
-Fiorenti Siri (DIRETOR – REFEM)
-Jang Dong-keon (A IRMANDADE DA GUERRA)
-Parkpoom Wongpoom e Banjong Pisanthanakun (DIRETORES – ESPIRITOS – A MORTE ESTA AO SEU LADO)

Melhor Roteiro
-11 HOMENS E OUTRO SEGREDO
-O PIANISTA
-A LISTA DE SCHINDLER*
-A IRMANDADE DA GUERRA
-SEVEN – OS SETE CRIMES CAPITAIS

Melhor Diretor
-Roman Polanski (O PIANISTA)
-Fiorenti Siri (REFEM)
-Steven Spielberg (A LISTA DE SCHINDLER)*
-Kang Je Gyu (A IRMANDADE DA GUERRA)
-Steven Soderbergh (11 HOMENS E OUTRO SEGREDO)
-Parkpoom Wongpoom e Banjong Pisanthanakun (DIRETORES – ESPIRITOS – A MORTE ESTA AO SEU LADO)
-David Fincher (SEVEN – OS SETE CRIMES CAPITAIS)

Melhor Filme

-O PIANISTA
-REFEM
-A LISTA DE SCHINDLER*
-A IRMANDADE DA GUERRA
-SEVEN – OS SETE CRIMES CAPITAIS


As premiação dos melhores:
A IRMANDADE DA GUERRA: Melhor Cena Ação – Melhor Guerra – Melhor Ator (3)
ESPIRITOS – A MORTE ESTA AO SEU LADO: Melhor Terror / Suspense (1)
A LISTA DE SCHINDLER: Melhor Drama – Melhor Figurino – Melhor Roteiro – Melhor Diretor – Melhor Filme (5)
MATADORES DE VELHINHAS: Melhor Comédia (1)
A VILA: Melhor Fotografia – Melhor Ator Coadjuvante (2)
SEVEN – OS SETE CRIMES CAPITAIS: Melhor Ação / Aventura – Melhor Maquiagem (2)
O PIANISTA: Melhor Atriz Coadjuvante – Melhor Revelação (2)
A INTERPRETE: Melhor Atriz (1)
DOOM – A PORTA DO INFERNO: Melhor Ficção (1)
CRUZADA: Melhor Efeitos Especiais

Agradeço a colaboração e a presença de todos no CINEMA E PIPOCA, preparem-se para mais filmes...

O EDITOR

quarta-feira, abril 05, 2006

O TERMINAL

www.adorocinema.com.br Que STEVEN SPIELBERG é versátil, isso ninguém duvida, tendo no currículo obras tão opostas quanto o intenso MUNIQUE e o blockbuster INDIANA JONES.
Que TOM HANKS é talentoso, disso também ninguém duvida (faturou 2 Oscars por FORREST GUMP e PHILADELPHIA).

Quando juntaram-se pela primeira vez, foram à 2ª Guerra Mundial, num dos filmes mais impactantes vistos: O RESGATE DO SOLDADO RYAN. Mas para quem imaginou algo tão grande quanto o exemplo citado, se enganou.
O TERMINAL é uma produção menor, mas nem por isso deixa de ter valor (apesar das oscilações) e têm drama e comédia na medida certa.

Quando Viktor Navorski embarca no aeroporto em Nova York, descobre que seu país sofreu um golpe de estado e com isso, seu passaporte tornou-se invalidado (não podendo entrar nos Estados Unidos ou voltar ao local de origem).
Acaba então, vivendo no próprio aeroporto, fazendo amizades e percebendo o quão intensa é a vida destas pessoas.

CATHERINE ZETA JONES (ARMADILHA) abrilhanta a película, mas o protagonista e o diretor são os verdadeiros donos desta aventura que não irá mudar sua vida, mas fará as horas passarem sem problemas.

NOTA: 7,0
ORÇAMENTO: --
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